O futebol é um terreno fértil para rumores, especulações e histórias que parecem verdadeiras, mas que, no fim, não passam de grandes fake news. No embalo do 1º de abril, relembramos algumas das mais icônicas mentiras que já circularam no mundo da bola.
O sequestro que nunca existiu
Em 2011, Somália, então volante do Botafogo, virou manchete ao afirmar que havia sido vítima de um sequestro-relâmpago. O jogador contou que foi abordado por criminosos, mantido refém por duas horas e roubado. Porém, a investigação policial revelou que tudo não passava de uma invenção para justificar seu atraso ao treino. Câmeras de segurança desmentiram sua versão, mostrando que ele estava em casa no horário do suposto crime. O jogador acabou sendo indiciado por falsa comunicação de crime e teve que pagar uma multa em cestas básicas para evitar um processo.

Messi é autista? A fake news que se espalhou pelo mundo
Uma das histórias mais persistentes sobre Lionel Messi é a alegação de que o craque argentino teria sido diagnosticado com autismo na infância. O boato ganhou força em 2013, quando um jornalista brasileiro publicou um artigo sugerindo que as características de Messi em campo estavam ligadas ao espectro autista. A informação, no entanto, nunca foi confirmada e foi desmentida pelo próprio médico que tratou Messi na infância. Mesmo assim, a fake news continua sendo espalhada até hoje.

Drogba no Corinthians: um sonho que nunca saiu do papel
Em 2017, a torcida do Corinthians foi à loucura com a possibilidade da contratação de Didier Drogba. O marketing do clube liderava as negociações e até uma oferta oficial foi feita ao craque marfinense, com direito a loja oficial do Corinthians vendendo camisas com o nome do jogador. No entanto, a diretoria de futebol se mostrava cética e, no fim, Drogba recusou a proposta. A situação se tornou ainda mais bizarra quando o clube divulgou uma nota agradecendo o jogador e dizendo que ele se sentia “mais um louco do bando” – mesmo sem nunca ter vestido a camisa alvinegra.

Anelka no Galo: a contratação que só existiu no Twitter
O Atlético Mineiro foi protagonista de uma das maiores pegadinhas do futebol brasileiro. Em 2014, Alexandre Kalil, então presidente do clube, anunciou a contratação de Nicolas Anelka. Porém, dias depois, o jogador simplesmente não apareceu para assinar contrato. Pior: foi visto no Kuwait, em uma viagem religiosa. O Galo, então, cancelou o acordo antes mesmo de ele ser oficializado, e o próprio jogador alegou que nunca houve um acerto formal.

O Mundial do Palmeiras
Uma das polêmicas mais antigas do futebol brasileiro envolve a Copa Rio de 1951 e seu status como Mundial de Clubes. O Palmeiras sempre defendeu que o torneio, conquistado contra a Juventus, da Itália, foi a primeira competição interclubes de nível mundial. Em 2014, a FIFA reconheceu a importância histórica da conquista, mas nunca equiparou o título ao Mundial de Clubes, considerando os campeões a partir de 1960.












































