Centro Histórico da Cidade de SP, 08 de maio de 2026
O equilíbrio de forças entre os Três Poderes sofreu um novo abalo nesta sexta-feira (8).
Diante do silêncio estratégico do Palácio do Planalto, o presidente do Congresso Nacional Davi Alcolumbre, assumiu o protagonismo e oficializou a nova norma que altera o cálculo de penas no Brasil.
A medida, que agora é lei, foi publicada em edição extra do Diário Oficial, após o presidente Lula deixar transcorrer o prazo de 48 horas, sem sancionar ou vetar o texto que havia sido reconstruído pelos parlamentares.
Na prática, o que parece ser um detalhe técnico da burocracia legislativa é, na verdade, uma bomba relógio para o sistema judiciário.
A Engrenagem do Recuo: A contagem regressiva começou na última segunda-feira (4), quando o Congresso comunicou oficialmente ao Executivo, a derrubada do veto presidencial anterior.
Lula tinha duas opções: assinar e assumir o ônus político com sua base, ou vetar novamente. Ao não fazer nenhum dos dois, o presidente permitiu que a caneta passasse para as mãos de Alcolumbre.
Fontes de Brasília sugerem que o “silêncio”, foi uma tentativa de evitar o desgaste direto com o Judiciário, deixando que o Congresso arque com a responsabilidade da nova regra.
Vozes da Capital: O clima é de expectativa e, para alguns, de comemoração. Paulinho da Força, um dos articuladores do texto, classificou a lei como um “meio-termo” necessário.
Por outro lado, o governo já sinaliza que não aceitará a derrota passivamente. “Se houver tentativa de usar a nova dosimetria, para esvaziar as condenações por atos antidemocráticos, o caso terminará no STF”, afirma um interlocutor jurídico da base aliada.
Dados Oficiais e o Raio-X da Nova Lei:

- Alvo de Redução: Estimativa de que cerca de $30\%$ dos condenados pelos eventos de 8 de janeiro, possam ter suas penas revisadas para baixo.
- Caso Bolsonaro: Pelos cálculos do relator, a pena potencial do ex-presidente, em eventuais condenações futuras, poderia cair para 2 anos e 4 meses sob a nova ótica de cálculo.
- Prazo Constitucional: 48 horas foi o tempo que o Palácio do Planalto teve para se manifestar após a derrubada do veto.
- Status Jurídico: Promulgação por Alcolumbre (União-AP) torna a lei vigente imediatamente.
- Reação dos Condenados: Grupos de defesa dos presos de janeiro, já ameaçam protestos caso o governo tente barrar a aplicação da lei via Justiça.
Entre o Direito e a Política: A nova Lei da Dosimetria abre uma brecha que atende a gregos e troianos no Congresso, mas cria um pesadelo para a acusação nos processos de alta voltagem política.
Ao mudar a régua com que se mede o tempo de cadeia, o Legislativo envia um recado claro de que pretende limitar o que chamam de “excessos” do Judiciário.
O problema é que no Brasil, uma vírgula mudada na lei, pode significar a liberdade de quem muitos acreditavam que ficaria anos atrás das grades.
O Alerta que Fica: A segurança jurídica do país entra em um terreno pantanoso. Se cada Poder começar a usar prazos e brechas para anular as intenções do outro, o cidadão comum fica sem saber qual regra vale hoje e qual valerá amanhã.
A “lei do silêncio” aplicada pelo governo pode ter custado caro, e a conta será paga nos tribunais, onde a briga deve recomeçar com ainda mais força.
AGORA A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR:
Você acredita que a nova regra de penas é uma correção necessária contra punições exageradas, ou é apenas uma manobra política para abrir as celas e beneficiar aliados influentes?
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