Prepare-se para uma análise pesada que está agitando o cenário político! A famosa revista britânica The Economist publicou um artigo neste domingo (29 de junho de 2025) afirmando que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “perdeu influência internacional” e está “cada vez mais impopular” aqui no Brasil. A reportagem critica a postura do governo brasileiro em relação aos conflitos globais e os desafios internos.
O Brasil “Isolado” no Palco Mundial?

Segundo a The Economist, a posição que o governo Lula adotou diante do conflito entre Israel e Irã acabou isolando o Brasil de outras democracias ocidentais (países como EUA e Europa). A revista aponta que a linguagem usada pelo Brasil foi “agressiva”, especialmente quando o Itamaraty (o Ministério das Relações Exteriores) condenou os bombardeios dos Estados Unidos contra o Irã, chamando-os de “violação da soberania” iraniana.
Essa postura, para a revista, mostra uma aproximação crescente do Brasil com o Irã, que se tornou membro do BRICS (o grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, e agora expandido com novos membros, incluindo o Irã) em 2024. A The Economist sugere que essa aliança faz o Brasil parecer “cada vez mais hostil ao Ocidente”.
Especialistas ouvidos pela revista, como Matias Spektor (FGV), dizem que, quanto mais a China usar o BRICS para sua política externa e a Rússia para legitimar a guerra na Ucrânia, mais difícil será para o Brasil dizer que não está “alinhado” com eles.
A revista aponta que, apesar dos diplomatas brasileiros tentarem focar a próxima cúpula do BRICS (que será no Rio de Janeiro) em temas mais leves, como saúde e energias renováveis, o objetivo é “conter danos”, e não criar coisas novas.
Sem Diálogo com Trump e Perto da China!
A The Economist critica a política externa “incoerente” de Lula. Segundo a revista, o presidente brasileiro não fez nenhum esforço para se aproximar dos Estados Unidos desde que Donald Trump assumiu a Presidência em janeiro. Não há registros de encontros pessoais entre Lula e Trump, o que torna o Brasil a maior economia cujo líder não apertou a mão do presidente americano. Em contrapartida, Lula tem se aproximado da China, tendo se reunido com o presidente chinês Xi Jinping duas vezes no último ano.
Popularidade em Queda e Desafios Domésticos!
revista apiança que a “fraqueza na arena global” de Lula é agravada pela sua impopularidade aqui no Brasil. Em seus dois primeiros mandatos (2003-2010), Lula era um dos líderes mais populares do mundo. Mas agora, para a The Economist, ele é “cada vez mais impopular no país, que tem virado à direita”.
- Corrupção: Muitos brasileiros associam o Partido dos Trabalhadores (PT), de Lula, à corrupção.Mudanças no Brasil: O país vê o cristianismo evangélico em ascensão (o número de evangélicos cresceu, enquanto o de católicos diminuiu, segundo o IBGE ), o emprego na agricultura e na economia informal crescendo, e a direita também oferece programas sociais.
- Aprovação em Baixa: Os índices de aprovação pessoal de Lula giram em torno de 40%, o mais baixo de seus três mandatos. Apenas 28% dos brasileiros aprovam seu governo.
Derrota no Congresso: A revista destaca que, em 25 de junho, o Congresso “humilhou” Lula ao rejeitar um decreto que ele havia aprovado para aumentar os impostos (o IOF ). Para a The Economist, essa foi a primeira vez em mais de 30 anos que o Congresso revogou um decreto presidencial, o que “reduz a margem fiscal do governo para gastos”.
O Futuro da Direita e o Silêncio de Trump!
A revista britânica observa que o movimento MAGA (Make America Great Again, de Trump) está alinhado com a extrema direita brasileira, liderada por Jair Bolsonaro, a quem a revista chama de “Trump tropical”. A The Economist sugere que Bolsonaro “provavelmente será preso em breve” por supostamente planejar um golpe de Estado. No entanto, se ele indicar um sucessor e a direita se unir antes das eleições de 2026, a presidência pode ser da oposição.
Apesar de criticar abertamente outros líderes, Trump não disse praticamente nada sobre o Brasil desde que assumiu o cargo em janeiro. A The Economist levanta duas hipóteses: ou é porque o Brasil tem um grande déficit comercial com os EUA (compra mais dos EUA do que vende, o que agrada a Trump), ou porque o Brasil, por ser “relativamente distante e geopoliticamente inerte” (sem grande peso nas discussões políticas mundiais), “simplesmente não importa tanto” em questões como a guerra na Ucrânia ou no Oriente Médio.
A revista conclui que Lula deveria “parar de fingir que importa” e se concentrar em assuntos mais próximos e nas necessidades internas do Brasil.
Quer saber mais sobre as análises políticas, a economia e as últimas notícias do Brasil e do mundo?
➡️ Clique aqui e navegue pelo nosso portal 25 News! Temos muito mais para você!
👍 Curta nossa página no Facebook! Fique por dentro de todas as novidades!
📸 Siga nosso Instagram! Conteúdo exclusivo e os bastidores das notícias!
🐦 Nos siga no Twitter (X)! Participe das discussões e dê sua opinião!
📲 Compartilhe essa matéria com seus amigos e familiares! É fundamental que todos estejam informados sobre o que está sendo falado sobre o nosso país!




















































