Centro Histórico da Cidade de São Paulo, 11 de junho de 2026
LEITURA EM 1 MINUTO
🚨 GOLPE DA COPA: ESTÃO ROUBANDO ATÉ A NOSSA PAIXÃO!
O prejuízo é real: mais de 135 mil figurinhas falsas foram apreendidas em SP, e o golpe do Pix tá fazendo o trabalhador chorar no bolso!
Sabe aquele pacotinho de figurinha da Copa que você compra com o suor do seu trabalho pra divertir a molecada? Pois é, os golpistas não estão poupando nem isso!
Só em maio, as reclamações no Procon-SP explodiram! Passou de trinta e poucas queixas para mais de 500 registros de golpes e fraudes. É mole?
A malandragem montou verdadeiras gráficas clandestinas no Brás e no Canindé para fabricar réplicas de baixíssima qualidade. O DEIC deu um desfalque neles e apreendeu mais de 135 mil figurinhas falsificadas e mil álbuns piratas. E não para na capital não, viu? Até ex-vereador no interior de SP tá sendo investigado nessa engrenagem!
Eles vendem na calçada por preço milagroso ou te pegam no WhatsApp e nas redes sociais. Você faz o Pix achando que tirou o Neymar e, na verdade, levou papel vagabundo pra casa e ainda corre o risco de ter os dados clonados!
Enquanto a fabricante oficial fica em silêncio e falta figurinha nas bancas, as grandes plataformas de venda online continuam cheias de anúncios falsos.
⚠️ E AGORA A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: Você acha que as grandes plataformas de vendas deveriam levar uma multa pesadíssima cada vez que um anúncio pirata vai ao ar, ou a responsabilidade de passar o pente fino e não ser enganado é só de quem compra?
Deixa aqui nos comentários a sua opinião e compartilha esse alerta pra ninguém mais cair no golpe do Pix da Copa! 👇
#Copa2026 #GolpeDaFigurinha #ProconSP #Alerta #Investigação #DireitoDoConsumidor #FiscalizaBrasil
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LEITURA NA ÍNTEGRA
Se você tem filhos em casa ou se também entrou na onda nostálgica de colecionar o álbum da Copa do Mundo de 2026, com certeza sabe o quanto cada pacotinho pesa no bolso. Agora, imagine a frustração de gastar o dinheiro do seu suado trabalho para comprar figurinhas e descobrir que levou papel falsificado para casa.
Esse pesadelo virou realidade para milhares de paulistanos. Somente em maio, as reclamações no Procon-SP explodiram, saltando de meras 34 queixas no mês anterior para impressionantes 521 registros de golpes, atrasos e fraudes envolvendo os colecionáveis.
Para o cidadão que tenta apenas se divertir em família, o avanço da pirataria mostra que os criminosos não poupam nem a paixão nacional para passar a perna no trabalhador.
A ENGRENAGEM DO FATO: O esquema criminoso funciona em duas frentes: nas calçadas do comércio popular e nas telas do celular. Aproveitando-se da alta procura e da escassez de figurinhas raras nas bancas oficiais, estelionatários montaram verdadeiras gráficas clandestinas para produzir réplicas de baixíssima qualidade. O material é vendido em calçadas, por preços tentadores ou anunciado em redes sociais e plataformas de vendas na internet.
Em São Paulo, o Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), deu um duro golpe nessa engrenagem. Em operações concentradas nos bairros do Brás e do Canindé, os agentes prenderam quatro criminosos em flagrante e apreenderam um verdadeiro arsenal da pirataria: mais de 135 mil figurinhas falsificadas, mil álbuns piratas e centenas de camisetas falsas da Seleção Brasileira.
A audácia da quadrilha é tamanha que a fraude rompeu as fronteiras da capital. No interior do estado, em Tanabi, a Polícia Civil investiga até mesmo um ex-vereador da cidade, suspeito de operar um esquema de falsificação e distribuição desses adesivos irregulares.
VOZES E ANÁLISE: A enxurrada de golpes físicos e virtuais, forçou o Procon a emitir um alerta de emergência para os colecionadores. Especialistas em direito do consumidor, reforçam que os estelionatários agem rápido porque as transações via Pix eliminam qualquer tempo de reação da vítima.
“O consumidor precisa desconfiar de ofertas milagrosas em grupos de WhatsApp ou redes sociais. A pirataria não apenas entrega um produto lixo, mas também serve como isca para roubar dados bancários e clonar cartões”, alertam os diretores do órgão de defesa do consumidor.

Enquanto plataformas como o Mercado Livre afirmam que trabalham ativamente para derrubar os anúncios fraudulentos, a fabricante oficial Panini silencia sobre a falta de segurança e de abastecimento que empurra o torcedor para o mercado informal.
DADOS OFICIAIS:
- Apreensão Recorde: Mais de 135 mil figurinhas e mil álbuns falsificados recolhidos pelo DEIC em São Paulo.
- Base Legal: Artigo 184 do Código Penal (Violação de Direito Autoral) e Lei Geral do Esporte.
- Localização: Focos de pirataria no Brás, Canindé, interior de SP (Tanabi) e plataformas digitais.
- Impacto Social: O mercado pirata sonega milhões em impostos que deveriam financiar a segurança pública, além de lesar diretamente o orçamento familiar de quem compra enganado.
O RIGOR DA LEI: O brasileiro já lida diariamente com impostos abusivos e serviços públicos precários, para ainda ter que aceitar ser passado para trás por golpistas de internet e comerciantes pilantras.
A falsificação de figurinhas da Copa não é uma “brincadeira boba” de época; é crime organizado que enche o bolso de quadrilhas de falsificadores de marcas. A polícia precisa continuar agindo com punho de ferro e varrendo esses produtos piratas das ruas do Brás.
Se as plataformas digitais ganham fortunas intermediando vendas, elas também devem ser responsabilizadas judicialmente por permitirem que criminosos usem seus sistemas para enganar o cidadão de bem. Lugar de falsificador — seja ele um ambulante de calçada ou um político do interior — é atrás das grades.
A paixão do povo pelo futebol não pode virar mercadoria de estelionatário.
AGORA A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR:
Você acredita que as grandes plataformas de vendas online, deveriam ser multadas pesadamente cada vez que um anúncio de produto falsificado for publicado em seus sites, ou a responsabilidade por checar a procedência deve ser exclusivamente do comprador?
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