Lesão de Neymar preocupa e levanta temor de ausência na Copa do Mundo de 2026
Problema na panturrilha reacende debate sobre condição física do craque, enquanto médicos e imprensa apontam risco de recuperação mais longa
Centro Histórico da Cidade de São Paulo, sexta-feira, 22 de maio de 2026
Por Arianne Marcovicchio | Jornal25News – Independente

O novo problema físico de Neymar voltou a gerar preocupação entre torcedores da Seleção Brasileira e do Santos FC. Convocado para disputar a Copa do Mundo de 2026 sob comando de Carlo Ancelotti, o camisa 10 sofreu um edema na panturrilha direita nos últimos dias e já existe temor de que a recuperação possa ser mais delicada do que inicialmente divulgado.
Segundo informações publicadas pela ESPN e repercutidas pela imprensa brasileira, pessoas ligadas à Confederação Brasileira de Futebol teriam recebido relatos de que a lesão pode exigir mais tempo de recuperação do que o previsto oficialmente pelo Santos.
Apesar de o clube afirmar que o problema não preocupa para a Copa do Mundo, o histórico recente de lesões de Neymar pesa bastante no debate. O atacante vem enfrentando problemas físicos frequentes desde sua passagem pelo Paris Saint-Germain e, posteriormente, pelo Al-Hilal. Entre as principais contusões da carreira estão lesões musculares recorrentes, problemas no tornozelo e a grave ruptura de ligamento cruzado anterior no joelho esquerdo sofrida em 2023, que o deixou vários meses afastado dos gramados.
O retorno ao Santos em 2025 tinha justamente o objetivo de recuperar ritmo, sequência de jogos e confiança antes do Mundial de 2026. Entretanto, desde que voltou ao futebol brasileiro, Neymar voltou a sofrer com limitações físicas. Em abril de 2025, por exemplo, ele precisou deixar uma partida após sentir nova lesão muscular, ficando mais de um mês parado.
Agora, a preocupação é ainda maior por causa da proximidade da Copa. O ge.globo informou que Neymar passaria a semana realizando tratamento e que dificilmente atuaria novamente pelo Santos antes da apresentação à Seleção Brasileira. A previsão era de que ele se juntasse ao elenco brasileiro no dia 27 de maio para iniciar a preparação para o Mundial.
Nos bastidores, existe cautela para evitar qualquer agravamento. Médicos e especialistas têm alertado que, aos 34 anos, Neymar precisa de um controle físico mais rígido para evitar recidivas musculares, algo comum em atletas que acumulam muitas lesões ao longo da carreira. A panturrilha, especificamente, é considerada uma região delicada porque influencia diretamente explosão, arrancada e mudança de direção, características fundamentais do estilo de jogo do atacante.
Além da preocupação médica, o debate esportivo também aumentou. Parte da imprensa brasileira questiona se Neymar ainda conseguirá chegar em alto nível físico e técnico para liderar o Brasil na Copa. O narrador Paulo Andrade chegou a afirmar recentemente que não consegue mais imaginar Neymar como protagonista absoluto da Seleção, principalmente pelas limitações físicas acumuladas nos últimos anos.
Mesmo assim, dentro da comissão técnica de Ancelotti ainda existe confiança na recuperação do jogador. O treinador italiano considera Neymar uma peça importante pela experiência e capacidade de decisão em jogos grandes. A pré-lista da Seleção já havia sido montada com o nome do atacante entre os convocados, mostrando que ele continua prestigiado internamente.
A possível ausência do camisa 10 em uma Copa do Mundo seria um duro golpe para o Brasil. Neymar é o maior artilheiro da história da Seleção Brasileira e disputou os Mundiais de 2014, 2018 e 2022. Em várias oportunidades, lesões marcaram momentos importantes de sua trajetória, como a fratura na vértebra sofrida na Copa de 2014 e os problemas físicos que limitaram sua condição em outras temporadas.
Por enquanto, não existe confirmação de corte ou de risco imediato de ausência na Copa, mas o clima é de atenção total. Os próximos exames e a resposta física do jogador nos treinamentos da Seleção serão decisivos para saber se Neymar conseguirá disputar o torneio em plenas condições ou se corre o risco de viver mais um capítulo frustrante em sua carreira com a camisa do Brasil.

















































