Centro Histórico de São Paulo, 16 de maio de 2026.
Você trabalhador, que acorda cedo e paga seus impostos, espera que as leis sirvam para melhorar sua vida. Mas, na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), a prioridade da vez foi outra: carimbar o humorista Fábio Porchat como “persona non grata”.
O título, que na prática não retira direitos mas funciona como um “cancelamento oficial”, foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e dividiu opiniões, transformando o plenário em um palco de guerra cultural.
A ENGRENAGEM DO CANCELAMENTO: O projeto de lei avançou com quatro votos a favor e dois contra. O motivo? O descontentamento de parlamentares com o estilo de humor de Porchat, especialmente em sátiras que envolvem temas religiosos e políticos.
O esquema aqui é puramente simbólico: usa-se a máquina pública para enviar um “recado”, enquanto os problemas estruturais do Rio, continuam na fila de espera. Em vez de focarem em pautas que reduzam o custo de vida ou aumentem a segurança, os deputados preferiram focar em quem faz piada.
VOZES E IRONIA: A reação não demorou. Em suas redes sociais, Fábio Porchat não recuou; pelo contrário, usou o deboche como escudo. “Me enche de orgulho”, afirmou o humorista, sugerindo que ser indesejado por este grupo político é o “auge da carreira” e uma medalha de resistência.
Celebridades e colegas de profissão endossaram o coro, tratando a medida como uma publicidade gratuita e um atestado de que a política brasileira perdeu a bússola das prioridades.
Para especialistas jurídicos, o uso de Projetos de Lei para questões de “gosto pessoal” ou “ofensa moral”, gera um perigoso precedente de perseguição institucional.

DADOS OFICIAIS:
Alvo da Ação: Fábio Porchat (Humorista e Apresentador).
Votação na CCJ: 4 votos favoráveis contra 2 contrários.
Base Jurídica: Projeto de Lei de autoria do Poder Legislativo Estadual.
Impacto Social: Desvio de foco legislativo. O custo de uma hora de sessão na Alerj, seria suficiente para equipar viaturas ou reforçar o estoque de medicamentos em UPAs.
O RIGOR DA PRIORIDADE:: A lei deveria ser o escudo do cidadão contra o crime e a desordem, não uma arma de arremesso contra quem vive da arte, por mais ácida que ela seja. O povo fluminense e brasileiro não paga o salário de deputado, para que eles atuem como “críticos de humor” ou juízes de rede social.
Se a piada ofende, que se use o direito de resposta ou as vias civis, mas mobilizar o Estado para declarar alguém “indesejado” é o atestado de uma política pequena. O circo está montado, mas é você quem continua pagando o ingresso mais caro do mundo, por um espetáculo que não resolve sua vida.
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR:
Você concorda que os deputados devem usar o tempo e o seu dinheiro para punir humoristas, ou deveriam focar exclusivamente em leis que baixem os impostos e aumentem a segurança?
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