Centro Histórico da Cidade de SP, 14 de maio de 2026.
Enquanto você paga cada centavo de imposto embutido na sacola do supermercado ou nos utensílios da sua cozinha, um grupo de “barões” do setor de plásticos, montou um balcão de negócios ilícitos para assaltar o Tesouro Estadual.
Uma megaoperação conjunta entre o Ministério Público,, a Polícia Civil e a Secretaria da Fazenda de São Paulo, revelou nesta semana uma engrenagem de corrupção que drenou assustadores R$ 2,5 bilhões dos cofres públicos.
O crime não é apenas contra o Estado; é contra cada hospital que deixa de ser construído e cada escola que fica sem merenda, devido à ganância de quem se acha acima da lei.
A ENGRENAGEM DA FRAUDE: O esquema funcionava com a precisão de uma linha de montagem criminosa. As investigações apontam que três gigantes do mercado — os grupos Global, Rep e Poliplast — deveriam dar exemplo de idoneidade, mas, em vez disso, criaram uma teia de pelo menos 60 empresas “fantasmas” ou de fachada.
Essas empresas de papel, emitiam notas fiscais frias para gerar créditos tributários falsos de ICMS. Na prática, eles simulavam compras e vendas que nunca existiram, apenas para não pagar os impostos devidos ao governo. Enquanto a empresa honesta luta para fechar as contas no fim do mês, essa máfia lucrava bilhões operando na sombra da ilegalidade.
VOZES DA JUSTIÇA: As autoridades foram implacáveis, durante as buscas e apreensões em diversas sedes empresariais e mansões ligadas aos grupos Global, Rep e Poliplast. “Não estamos falando de um erro contábil, mas de uma organização criminosa, estruturada para o roubo institucionalizado”, afirmam promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).
Especialistas jurídicos, reforçam que a fraude tributária deste tamanho gera uma concorrência desleal criminosa: o empresário que paga seus impostos em dia, não consegue competir com quem sonega bilhões, destruindo empregos e a economia real do estado de São Paulo.

DADOS OFICIAIS:
- Montante da Fraude: R$ 2,5 bilhões em créditos falsos.
- Alvos da Operação: Grupos Global, Rep e Poliplast (e 60 empresas de fachada).
- Base Jurídica: Lei 8.137/90 (Crimes contra a Ordem Tributária) e Organização Criminosa.
- Impacto Social: O valor desviado equivale à construção de 50 novos hospitais regionais de grande porte ou ao salário anual de 40 mil policiais.
O RIGOR DA LEI: No Jornal 25 News, a gente não passa a mão na cabeça de colarinho branco. Sonegar R$ 2,5 bilhões é um crime de lesa-pátria que merece o rigor máximo da cela.
A justiça precisa garantir não apenas a prisão dos mentores por trás da Global, Rep e Poliplast, mas o sequestro imediato de bens — iates, mansões e carros de luxo — para que o dinheiro do povo paulista volte para o lugar de onde nunca deveria ter saído. A “festa” do plástico sujo acabou.
Que o exemplo de hoje sirva de aviso para quem acha que o cofre do Estado é terra de ninguém.
AGORA A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR:
Você acredita que a prisão desses empresários é o suficiente, ou o governo deveria proibir permanentemente esses grupos de participarem de qualquer contrato público ou benefício fiscal no Brasil?
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