Natal sob custódia: Bolsonaro passa o 25 de Dezembro no DF Star, escoltado e sem “saidinha”
Cirurgia de hérnia, vigilância 24h e decisão do STF: o ex-presidente troca a ceia pelo centro cirúrgico — e o Natal vira um capítulo judicial
Centro Histórico da Cidade de São Paulo, Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2025
Por Mário Marcovicchio – Editor | Jornal25News – Independente

O Natal de 2025 de Jair Bolsonaro não será em casa, nem em cerimônia pública, nem com roteiro político. Será no Hospital DF Star, em Brasília, sob custódia, com vigilância permanente e agenda médica definida por autorização judicial.
Nesta quarta-feira (24), Bolsonaro deixou a Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal em comboio e seguiu para o DF Star para internação e exames pré-operatórios, com a cirurgia de correção de hérnia inguinal prevista para quinta-feira (25), dia de Natal. A estimativa citada por sua defesa é de cinco a sete dias de internação, a depender da evolução clínica.
Sem “saidinha”: o Natal é no hospital
A chamada “saidinha” de datas comemorativas não se aplica a quem está em regime fechado — e, no caso de Bolsonaro, o cenário descrito nos relatos confirmados por veículos e por registros oficiais é de custódia e controle de deslocamento, com saída apenas para tratamento médico, mediante autorização.
Ou seja: o que existe aqui não é benefício de Natal, mas exceção médica — com hora, destino e regras.
A custódia não sai do quarto
Mesmo no ambiente hospitalar, Bolsonaro permanece sob vigilância. Há relatos de agentes posicionados na porta do quarto e segurança reforçada no acesso ao hospital. Além disso, há restrições como proibição de celular e eletrônicos no quarto, conforme reportado na cobertura da internação e do despacho de autorização.
O pano de fundo: prisão mantida e caso em ebulição
Bolsonaro está preso desde 22 de novembro de 2025, e a Primeira Turma do STF manteve a decisão de custódia por unanimidade, conforme divulgação do próprio Supremo e cobertura da Agência Brasil. (Notícias STF)
Já sobre a condenação e o tamanho da pena (27 anos), o dado aparece em reportagens internacionais e na cobertura recente, mas o ponto central, hoje, é prático: o Natal virou procedimento médico sob escolta, com a política do lado de fora e a Justiça na porta.
O símbolo do dia 25: ceia, cirurgia e um Brasil em suspense
No imaginário popular, Natal é sinônimo de mesa cheia e família reunida. No calendário de Brasília, para Bolsonaro, é centro cirúrgico, custódia, decisão judicial e restrições.
A cena tem força simbólica porque mistura três camadas ao mesmo tempo:
- um ex-presidente hospitalizado,
- um preso sob controle do Estado,
- um país polarizado observando cada detalhe como se fosse um capítulo decisivo.
E é justamente isso que transforma o Natal de 2025 em algo maior do que uma internação: vira um fato político-judicial com impacto nacional, em pleno feriado que costuma desacelerar o Brasil.
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