Dois Pesos, Duas Medidas: O Escárnio que a Quarta-Feira de Cinzas Não Apagou
Do enredo biográfico com dinheiro público ao ” Caso Master e o STF, o veredito da nação é um só: Justiça igual para Chico e para Francisco.
Por: Mario Marcovicchio – 360 Graus
O Brasil não assistiu a um Carnaval; testemunhou um atropelamento institucional. O que começou como uma festa popular transformou-se no maior símbolo do escárnio público que esta República já viu. O cidadão de bem não vai dourar a pílula: a chapa não só esquentou, ela derreteu o que restava de decência no poder.
🎭 A Sapucaí se transforma em palanque eleitoral
Tudo começou na Avenida. A Acadêmicos de Niterói decidiu que o enredo do povo brasileiro seria a biografia do atual Presidente da República — que, por acaso, é candidato à reeleição. Tudo isso em pleno ano eleitoral. É coincidência? Um culto à personalidade que deixaria qualquer regime autoritário com inveja.
Mas o problema não é o samba; é a origem do dinheiro que bancou a escola. Acredite se quiser: financiamento público. Isso não é arte, é crime eleitoral escancarado. É propaganda antecipada disfarçada de lantejoulas. O Brasil assiste a tamanha desfaçatez com perplexidade. O sentimento nas redes sociais é unânime: o brasileiro foi feito de palhaço enquanto a “esquerda caviar” sambava sobre as leis.
☢️ A bomba atômica: o “Vazamento Master” no STF
Como se isso não bastasse, a outra bomba veio da mais alta corte constitucional do país. Após uma reunião secreta no STF para tratar da retirada da relatoria do “Caso Master” de Toffoli, houve o vazamento do que foi discutido entre quatro paredes.
O que o áudio mostrou é estarrecedor. Diálogos que expõem um tribunal rachado e uma promiscuidade entre a toga e o interesse particular, digna de filmes de gângsteres. Quando o Supremo vira notícia por vazamentos dignos do submundo, a República estremece e o Estado perde o prumo. Definitivamente, “há algo de podre no reino da Dinamarca”.
🏁 Final Apoteótico: A única saída é a cassação
O copo transbordou e a paciência do povo brasileiro virou cinzas de quarta-feira. O Congresso Nacional tem o dever moral e constitucional de agir. Não dá para ignorar o uso da máquina pública na Sapucaí, nem o apodrecimento exposto nos áudios do STF.
O Brasil cansou do teatro. Cansou de ver a lei sendo elástica para uns e de aço para outros. A indignação que transborda nas ruas e nas redes sociais se resume a uma máxima que Brasília finge não entender, mas que o povo já decorou: “O que vale para Chico, TEM que valer para Francisco!”
Se houve rigor implacável e punição por “atos antidemocráticos”, se houve censura e bloqueio de contas por muito menos no passado recente… por que o silêncio agora?
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Se o desfile da Sapucaí fosse para enaltecer a oposição com dinheiro público, seria Crime Eleitoral. No caso de Lula, chamam de “manifestação cultural”.
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Se um juiz de primeira instância tivesse recebido dinheiro através de familiares, estaria atrás das grades. No STF, chamam de “incidente interno”.
Essa balança viciada é o que está destruindo o Brasil. Não existe democracia com dois pesos e duas medidas. Não existe justiça quando a toga serve de escudo para uns e chicote para outros. A régua que usaram para medir o “golpismo” alheio é a mesma que deve ser usada agora para medir o abuso de poder na Avenida e a podridão nos gabinetes do Supremo.
Se a lei é para todos, que o Congresso mostre serviço. Cassação para quem abusou e impeachment para quem traiu a Constituição. Porque, no Brasil de hoje, ou a regra vale tanto para o “Chico” da esquerda quanto para o “Francisco” da direita, ou rasgamos a Constituição de vez.
#JustiçaIgualParaTodos, #BrasilLimpo e #ImpeachmentJa
























































