O que era para ser um clássico equilibrado se transformou em um massacre. A Seleção Brasileira foi atropelada pela Argentina por 4 a 1 nesta terça-feira (25), no Estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.
O resultado não só expôs as fragilidades do time comandado por Dorival Júnior, mas também deixou claro que a CBF está à deriva sob a gestão de Ednaldo Rodrigues, reeleito recentemente com o apoio de todas as federações estaduais. Seu mandato tem sido um desastre, refletido diretamente na falta de comando dentro de campo.
Placar poderia ter sido ainda pior
Desde o apito inicial, a Argentina dominou a partida. Julián Álvarez abriu o placar logo aos 4 minutos, seguido por Enzo Fernández, Matheus Cunha descontou e Mac Alister ampliou para os hermanos em uma falha bizarra do goleiro Bento, no segundo tempo Giuliano Simeone fez o gol que fechou o caixão brasileiro.
Se não fosse por alguns erros da Argentina nas finalizações e boas defesas do goleiro Bento, o Brasil poderia ter saído de Buenos Aires com um placar ainda mais vexatório. A equipe parecia perdida, sem organização tática e sem qualquer tipo de plano de jogo, evidenciando que Dorival Júnior não sabe o que está fazendo e jamais deveria ter sido escolhido para comandar a Seleção.
Dorival perdido, Ednaldo omisso
A humilhação desta noite não é um episódio isolado, mas sim o reflexo de uma administração desastrosa da CBF sob Ednaldo Rodrigues, que tem tomado decisões equivocadas desde que assumiu o cargo. Sua reeleição, chancelada por todas as federações estaduais, só reforça o amadorismo em que o futebol brasileiro se encontra.
Dorival Júnior, claramente despreparado para comandar a Seleção, foi mais uma dessas escolhas erradas. O treinador não consegue dar padrão de jogo, não sabe escalar a equipe e assiste passivamente enquanto o Brasil é engolido pelos adversários.
Falta de identificação com a Seleção
Se dentro de campo o Brasil foi dominado, fora dele a diferença entre as seleções ficou ainda mais evidente. Os jogadores argentinos vivem a Seleção de maneira única. Estão completamente conectados com a torcida, jogam com paixão e entregam tudo pelo país. Já no Brasil, muitos jogadores parecem distantes, sem identificação com a camisa que vestem, sem vibração e sem entender o que significa representar essa camisa.
Enquanto os argentinos cantavam, se emocionavam e celebravam cada gol como se fosse uma final de Copa, os brasileiros pareciam simplesmente cumprir tabela. A falta de comprometimento e de liderança em campo foi gritante, e esse desinteresse reflete diretamente nos resultados.
Se nada mudar, a tendência é que a Seleção Brasileira continue acumulando vexames. O clássico contra a Argentina foi um sinal de alerta que a CBF insiste em ignorar. Até quando?























































