O futuro da energia limpa pode estar no mar de São Paulo! Pesquisadores da Unesp (Universidade Estadual Paulista) desenvolveram um sistema inovador que gera eletricidade com a ajuda de bactérias marinhas! O protótipo, criado pela engenheira Giulia Castro e seu orientador, Guilherme Peixoto, utiliza a fotossíntese para liberar elétrons e produzir energia! Mas o avanço vai além: o sistema também é capaz de capturar dióxido de carbono da atmosfera e liberar oxigênio, atuando como um mini-pulmão artificial!
Do Mar à Eletricidade: A Biotecnologia na Energia!

O método inovador nasceu de um desafio lançado na Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da Unesp: integrar um processo biológico a um componente físico ou químico.
- O Segredo: O sistema utiliza cianobactérias Synechocystis pevalekii, coletadas originalmente na costa de Ubatuba (litoral de SP). As bactérias vivem em um reservatório e circulam em um reator bioeletroquímico.
- Como Funciona: Em meio à fotossíntese (processo que usa luz solar e CO₂), as bactérias quebram moléculas de água e liberam elétrons, que são capturados por eletrodos metálicos (feitos de materiais de baixo custo como cobre e zinco)! Isso proporciona uma diferença de potencial que produz eletricidade!
- Resultados Comprovados: Nos experimentos, o sistema atingiu $227,47 \text{ miliwatts por metro quadrado}$ sob simulação de luz solar, e $215,30 \text{ miliwatts}$ sob luz natural. A semelhança demonstra que o protótipo pode operar em ambientes reais.
De Sensores a Apartamentos: O Potencial para a Cidade!

O projeto, que tem a patente já submetida ao INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), tem um potencial de aplicação gigantesco.
- Curto Prazo: A curto prazo, a eletricidade gerada pode alimentar sensores e pequenos computadores.
- Médio Prazo: A médio prazo, será possível gerar a potência suficiente para suprir a necessidade energética de um pequeno apartamento!
- Geração de Créditos de Carbono: O professor Guilherme Peixoto detalha que mil litros de meio contendo as cianobactérias seriam capazes de remover o carbono liberado por um veículo popular rodando uma média de $10 \text{ km}$ por dia! Essa configuração poderia gerar créditos de carbono e auxiliar diversos países no cumprimento de metas de redução de emissão de gases de efeito estufa.
A pesquisa da Unesp é um exemplo de como a biotecnologia e a inovação brasileira podem fornecer soluções reais para a crise climática global, garantindo a diminuição da concentração de carbono na atmosfera e a produção de energia limpa e sustentável!
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