Vamos entender um movimento que pode redefinir o lazer e o consumo no Brasil! A possível venda da Warner para uma gigante do streaming como Netflix ou Paramount está gerando alarme não só entre as redes de cinema, mas também no setor de shopping centers! Donos de cinemas temem que a fusão direcione a produção de filmes para o streaming e diminua drasticamente o intervalo entre a estreia nas salas e a chegada ao digital, o que, por sua vez, pode impactar diretamente o fluxo de clientes nos centros de compras!
O Fim da “Janela” e a Fuga do Público!

A Associação das Empresas Operadoras de Multiplex (Abraplex) e a Federação das Empresas Cinematográficas (Feneec) criticaram a transação, alertando que a concentração de poder de produção nas mãos do streaming é um risco sistêmico.
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Direcionamento de Conteúdo: O grande medo é que os novos donos da Warner direcionem a produção de obras audiovisuais para o streaming, enfraquecendo a safra de filmes nas salas e abrindo “buracos” na programação.
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Janela de Exibição: O ponto mais sensível é a redução da “janela” de exibição. As associações defendem uma janela mínima de nove semanas (63 dias) entre a estreia nas salas e a chegada aos streamings. Atualmente, a média já é baixa, de 45 dias.
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Público no Sofá: Segundo as associações, 60% do público no Brasil não frequenta as salas e prefere esperar pelos filmes no streaming, o que demonstra a pressão esmagadora sobre o modelo de negócios do cinema convencional.
O Risco para o Fluxo dos Shoppings!

Embora o cinema represente uma parcela pequena do faturamento, seu papel como “âncora de atração” para os rolezinhos nos shoppings é fundamental.
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Impacto na Recorrência: Para o sócio-diretor da Gouvêa Malls, Luiz Alberto Marinho, a venda é prejudicial: “O impacto do fluxo nos cinemas afeta diretamente o fluxo nos shoppings, e o grande desafio dos shoppings é justamente atrair as pessoas com frequência.”
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O Caso Barbie: Em 2023, o lançamento de Barbie (da Warner) gerou a maior bilheteria da história do estúdio e comprovadamente impulsionou as visitas e as vendas nos shoppings da Multiplan e Iguatemi, provando a correlação.
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Números em Queda: Os dados reforçam a preocupação: as visitas aos shoppings estão 22% abaixo de 2019, e a bilheteria dos cinemas, 37% menor no mesmo período. Marinho alerta que os cinemas perderam a frequência: “Hoje vão só nos blockbusters.”
Apesar dos riscos, consultores ponderam que o shopping é um “organismo vivo” que tem diversificado seu mix com gastronomia e serviços para se adaptar. Contudo, a crise do cinema é um fator que exigirá mais inovação e estratégias para continuar atraindo o público para fora do sofá!
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