A noite que deveria ser de festa na Neo Química Arena acabou em protestos. O Corinthians venceu a Universidad Central por 3 a 2 nesta terça-feira (27), garantindo a classificação para a próxima fase da Libertadores, mas o desempenho do time foi abaixo do esperado. A torcida, que compareceu em peso, deixou o estádio indignada com a atuação apática e as falhas defensivas da equipe comandada por Ramón Díaz.
Futebol pobre e sufoco contra um time inferior
Desde os primeiros minutos, ficou claro que a partida não seria tranquila para o Timão. Apesar de Yuri Alberto abrir o placar logo no início, o time voltou a exibir fragilidades defensivas e sofreu o empate pouco depois. A Universidad Central, considerada tecnicamente inferior, chegou a empatar novamente antes do intervalo, expondo a falta de organização do Corinthians.
Mesmo com o gol salvador de Yuri Alberto no segundo tempo, a equipe não conseguiu convencer. Erros de passe, dificuldades na criação e uma defesa desorganizada fizeram com que o jogo, que deveria ser um triunfo tranquilo, se transformasse em um verdadeiro teste para a paciência da Fiel.
Torcida não perdoa e protesta no apito final
A vitória não foi suficiente para aliviar a tensão. Assim que o árbitro encerrou o jogo, vaias tomaram conta da Neo Química Arena, acompanhadas por gritos de cobrança. “Tem que ser homem pra jogar no coringão”.
O técnico Ramón Díaz tentou minimizar as críticas na coletiva, ressaltando a importância da classificação, mas reconheceu que o time precisa evoluir. “Sabemos que temos ajustes a fazer, mas confio no potencial do elenco”, declarou.
E agora?
O Corinthians avança, mas deixa sua torcida em alerta. Com um futebol abaixo da média, a equipe precisará mostrar muito mais para seguir viva na Libertadores e recuperar a confiança dos torcedores. Se continuar jogando dessa forma, os protestos podem se tornar rotina na temporada.























































