Na noite de domingo, 2 de março de 2025, dois policiais militares foram presos em Diadema, na Grande São Paulo, depois de um caso que está dando o que falar. Eles são acusados de abandonar o trabalho e desobedecer ordens, além de enfrentarem uma denúncia grave de estupro feita por uma jovem de 20 anos. A história aconteceu enquanto a moça voltava de um bloco de carnaval e acabou virando um pesadelo para ela e um problema sério para os PMs.
Tudo começou quando os policiais, que estavam de serviço em uma viatura do 24º Batalhão da Polícia Militar, ofereceram carona para a jovem. Só que eles não tinham permissão para sair da área onde deveriam estar patrulhando. Isso já é um problema chamado abandono de posto, que significa largar o lugar onde deveriam estar trabalhando (crime que pode dar de 3 meses a 1 ano de cadeia), e descumprimento de missão, ou seja, não fazer o que foram mandados (com pena de 6 meses a 2 anos). Mas o caso ficou ainda mais grave por causa do que a jovem contou.
Ela disse que, durante a carona, os policiais a abusaram sexualmente — o que, em termos legais, é chamado de estupro, um crime muito sério que pode dar de 6 a 10 anos de prisão ou mais, dependendo do caso. A moça mandou mensagens, fotos e vídeos para a família enquanto estava na viatura, pedindo ajuda e contando o que estava acontecendo. Depois, foi encontrada muito abalada em uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento, tipo um pronto-socorro) no bairro da Liberdade, em São Paulo, sem celular nem pertences. A mãe dela disse que a filha está machucada e precisou tomar remédios para se acalmar.
Os policiais, que seriam o cabo James Santana Gomes e o soldado Leo Felipe Aquino da Silva, contam outra versão. Eles dizem que não houve estupro, que a jovem “perdeu a cabeça” dentro da viatura, ameaçando inventar coisas contra eles, e que a deixaram em um ponto de ônibus depois que ela se recusou a sair antes. Mas as câmeras que eles carregam no uniforme, chamadas de câmeras corporais, não foram ligadas durante o ocorrido, o que levanta suspeitas. Essas câmeras servem para gravar tudo o que os PMs fazem no trabalho, e agora estão sendo analisadas pela polícia.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP), que cuida da polícia no estado, informou que os dois já estão presos no Presídio Militar Romão Gomes, um lugar especial para policiais que cometem crimes. A prisão deles foi confirmada pela Justiça como preventiva, ou seja, vão ficar detidos enquanto o caso é investigado. Tanto eles quanto a jovem passaram por exames médicos para ajudar a esclarecer o que aconteceu.
Agora, a Polícia Civil está investigando a denúncia de estupro, enquanto os crimes de abandonar o trabalho e desobedecer ordens já foram confirmados. A SSP-SP prometeu que, se os policiais forem culpados, vão ser punidos com rigor. O caso está sendo apurado com cuidado, mas já mexeu com a população por causa da gravidade e por envolver quem deveria proteger a gente.
Aqui no bairro, fica o alerta: qualquer um pode denunciar algo errado. E a gente segue acompanhando pra saber como essa história vai terminar.
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