O escândalo da anulação do concurso para a vaga de Literaturas Africanas na USP (Universidade de São Paulo) ganhou mais um capítulo explosivo! O jornalista e escritor Tom Farias, autor de Carolina, uma Biografia, usou sua coluna na Folha de S.Paulo para fazer uma crítica contundente à universidade, afirmando que a anulação da contratação da professora Érica Cristina Bispo — a única candidata negra aprovada — é uma decisão que “diz respeito à instituição, não ao Brasil” e que ela “compactua com grupo perdedor, inabilitado e, pelo visto, ressentido”!
O Fato: Anulação Após Recurso de Brancos Inabilitados!

Érica Bispo, que tem um currículo de excelência (com mestrado, doutorado e pós-doutorado pela UFRJ), foi aprovada em primeiro lugar e por unanimidade para a vaga de docente de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa na FFLCH-USP.
- O Recurso: O concurso foi anulado pelo Conselho Universitário (Co) da USP após um recurso de candidatos brancos que não passaram na seleção, que alegaram “amizade íntima” entre Érica e membros da banca, baseando a denúncia em “fotos retiradas de redes sociais”!
- O Absurdo: Tom Farias ressalta que o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) já havia indeferido o mesmo recurso, ou seja, o órgão jurídico do Estado não viu irregularidade, mas a USP decidiu anular a contratação da candidata negra.
O Voto de Silêncio e a Crítica Direta!
O jornalista é enfático ao afirmar que a decisão da USP se trata de um caso de racismo acadêmico e intolerância à diversidade.
- O Rosto do Racismo: Farias argumenta que a USP, ao acatar acusações frágeis e que foram indeferidas pelo MP, despreza a competência e o mérito da professora Érica Bispo. A atitude da universidade é vista como um sintoma de um problema maior: a resistência de setores da elite acadêmica à entrada de profissionais negros em cargos de prestígio.
- Envergonha a USP: Para o escritor, a decisão é um ato que “envergonha a USP” e mancha a história de uma das maiores universidades do país, que, em vez de ser um farol de justiça social, se torna refém de grupos que não aceitam a diversidade.

A coluna de Tom Farias é um grito de indignação que exige que a USP reveja a anulação do concurso. O caso de Érica Bispo é um lembrete cruel de que a luta contra o racismo e a favor da diversidade é diária, e que ela precisa ser feita em todos os espaços, inclusive nos mais prestigiados.
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