O neurocientista norueguês Edvard Moser, vencedor do Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina de 2014, esteve em São Paulo para uma palestra na USP (promovida pelo Nobel Prize Inspiration Initiative), e desvendou o mecanismo cerebral que permite que humanos se orientem no espaço: o “GPS do cérebro”! A combinação do entendimento cognitivo de tempo e espaço é o que nos permite construir memórias, e a descoberta das células que constituem esse sistema é fundamental para a compreensão de doenças neurológicas, como o Alzheimer!
Do Hipocampo ao Córtex Entorrinal: A Descoberta Científica!

A capacidade de registrar o ambiente ao nosso redor e criar “mapas mentais” não depende apenas da visão. É um sistema de posicionamento humano inato, cuja base foi descoberta em duas etapas cruciais:
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Células de Lugar (1971): O pesquisador John O’Keefe (laureado com o Nobel junto aos Moser) descobriu as “células de lugar”! Ele notou que células neurais específicas do hipocampo – região do cérebro associada à memória – eram ativadas conforme ratos percorriam um mesmo ponto da gaiola. Essas células estavam registrando informações visuais e gerando memórias espaciais!
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Células de Grade (3 Décadas Depois): Edvard e May-Britt Moser encontraram outro componente essencial no GPS cerebral: as “células de grade”! As análises indicaram que o movimento gerava um padrão de atividade cerebral diferenciado em uma região vizinha chamada córtex entorrinal.
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Sistema de Coordenadas: Moser relatou que as células ativadas no córtex entorrinal estavam dispostas em hexágonos! Essa disposição formava um sistema de coordenadas com indicações de posicionamento e orientação do animal, permitindo a navegação espacial.
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A Relação com o Alzheimer: A Deterioração da Memória!

Os avanços de O’Keefe e dos Moser nesse campo de estudo são vitais para o entendimento de doenças neurodegenerativas.
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Deterioração: O Alzheimer provoca a progressiva deterioração da memória e da capacidade de reconhecimento do ambiente.
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O Alerta: A desregulação ou a morte dessas células de lugar e de grade no hipocampo e no córtex entorrinal são, frequentemente, os primeiros sintomas da doença, o que torna as descobertas dos Moser um caminho para o desenvolvimento de novos diagnósticos e tratamentos.
A palestra de Edvard Moser na USP, que inspirou novos pesquisadores, reforçou que o potencial de pesquisas em neurociência deve ser composto por profissionais de diferentes áreas, em uma abordagem que une a compreensão cognitiva à base biológica da nossa existência.
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