Prepare-se, porque o substituto do açúcar pode ser o novo vilão da saúde cerebral! Um estudo científico brasileiro inédito, liderado pela professora Claudia Suemoto da USP (Universidade de São Paulo), revelou que o consumo de adoçante pode estar relacionado à perda de memória e ao declínio de diferentes funções cognitivas! O resultado chocante mostra que o consumo de altas doses diárias de adoçante pode acelerar a perda de capacidades cognitivas em 62%, com prejuízos mais pronunciados entre pessoas de 35 a 60 anos!
O Declínio Acelerado: 62% Mais Risco de Perda Cognitiva!

O estudo, publicado na prestigiosa revista Neurology, usou dados do ELSA-Brasil (Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto), com informações de mais de 12 mil participantes. O objetivo foi medir, de forma inédita no país, os efeitos do adoçante na saúde do cérebro.
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O Grupo de Risco: O consumo de altas doses diárias de adoçante pode acelerar a perda de capacidades cognitivas em 62%! Além disso, pacientes com diabetes se mostraram mais propensos a sofrer de neurodegeneração ao usar altos níveis de dulcificantes.
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A Faixa Etária Crítica: O declínio cognitivo (avaliado por fluência verbal, memória e raciocínio) foi mais pronunciado na faixa etária de 35 a 60 anos!
Do AVC ao Alzheimer: O Risco na Alimentação!

A professora Claudia Suemoto destaca que já existem evidências de que o uso de adoçantes pode causar problemas como câncer e doenças cardiovasculares e metabólicas, mas o novo estudo traz, pela primeira vez, uma medida dos seus efeitos também na saúde do cérebro.
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Estudos Anteriores: Um estudo de 2017 já havia mostrado que o consumo de bebidas adoçadas artificialmente aumentou os riscos de AVC (Acidente Vascular Cerebral) isquêmico, demência geral e demência da doença de Alzheimer!
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Ultraprocessados: O resultado da USP reforça o achado de que o consumo de ultraprocessados (que têm alto teor de dulcificantes incorporados) está relacionado a um aumento de 28% na velocidade do avanço da demência!
O Alerta dos Geriatras: Descascar Mais, Desembalar Menos!
Apesar de a pesquisa ser nova e ter limitações (como o fato de não incluir a sucralose, um dos adoçantes mais usados hoje, por ser uma coleta de dados antiga), o alerta dos geriatras é urgente!
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O Chamado da Especialista: A geriatra Manuella Toledo Matias (UFPB) afirma que a atenção para fatores de risco modificáveis de demência (entre eles a alimentação) pode reduzir em 40% a chance de desenvolver essas doenças! A recomendação é clara: eliminar o uso de adoçantes, se possível, ou trocá-los por seus equivalentes naturais, e consumir mais alimentos in natura! “Devemos descascar mais e desembalar menos”, decreta a especialista!
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