ATO PRÓ-LULA TERMINA COM DEPREDação NA PAULISTA: ONDE VAMOS PARAR?
Imagens de vandalismo nas estações do Metrô provocam indignação e levantam uma questão fundamental: o direito de manifestação pode se sobrepor à segurança da população?
Centro Histórico da Cidade de São Paulo, 12 de outubro de 2026.
Por Mário Marcovicchio

A Avenida Paulista, símbolo da democracia e do trabalho, foi palco de cenas lamentáveis no domingo (11), durante a dispersão de uma manifestação de apoio ao presidente Lula.
Imagens mostram pessoas sobre a cobertura da estação Trianon-Masp, pichações e danos ao patrimônio público.
Segundo o Metrô, oito placas de vidro foram danificadas nas estações Brigadeiro, Trianon-Masp e Consolação.
A Polícia Militar também registrou tumultos e depredações durante a dispersão.
É inadmissível que manifestações políticas terminem em destruição, independentemente do partido ou candidato.
E os pedestres, moradores e comerciantes que dependem diariamente da Paulista?
E os idosos, pessoas com deficiência e cidadãos que precisam circular com segurança?
Não podemos esquecer que a avenida abriga hospitais, serviços médicos e unidades de atendimento essenciais.
A liberdade de manifestação não elimina o dever de preservar o acesso a esses serviços.
O direito de protestar é constitucional; depredar patrimônio público não é.
Os responsáveis pelos danos devem ser identificados, investigados e responsabilizados conforme a lei.
A população não pode ficar refém de atos de vandalismo praticados sob bandeiras políticas.
A democracia exige respeito às pessoas, ao patrimônio e às instituições.
A Avenida Paulista pertence à cidade, não a partidos ou movimentos.
Onde vamos parar? A voz que não se cala exige respeito, segurança e responsabilidade






















































