A Acadêmicos de Niterói, que apostou todas as suas fichas em LULA, foi oficialmente REBAIXADA, nesta quarta-feira de cinzas
Do Luxo da Sapucaí ao Rebaixamento: A Conta Chegou para a “Escola do Presidente”
Por: Redação Jornal 25 News
Centro Histórico da Cidade de SP, 18.02.26

O Carnaval de 2026 ficará marcado não pelo samba no pé, mas pelo peso de um enredo que dividiu o Brasil e terminou em um amargo descenso. A Acadêmicos de Niterói, que apostou todas as suas fichas em uma biografia elogiosa ao Presidente da República em pleno ano eleitoral, foi oficialmente rebaixada após a apuração das notas, nesta quarta-feira de cinzas.
O Enredo da Discórdia
A polêmica começou meses antes do desfile. Sob o pretexto de “homenagem cultural”, a escola levou para a avenida a trajetória do atual mandatário, gerando acusações imediatas de uso da máquina pública e financiamento político disfarçado de arte. Enquanto a diretoria da escola defendia a “liberdade de expressão”, críticos e juristas apontavam o que o editorial de Mario Marcovicchio classificou como um “culto à personalidade” financiado com dinheiro do contribuinte.
O Julgamento das Urnas… e da Lupa
O rebaixamento da agremiação foi recebido com sentimentos mistos. Nos quesitos técnicos, a escola sofreu punições severas. Especialistas apontam que a tentativa de transformar o desfile em um palanque eleitoral prejudicou a harmonia e a evolução, transformando o que deveria ser um espetáculo em uma peça de propaganda.
Para muitos, o rebaixamento foi o “veredito técnico” de um erro político. Nas redes sociais, o sentimento de “justiça feita” ecoou entre aqueles que não aceitam o uso de festas populares para promoção pessoal de políticos.
A Lição de Quarta-Feira de Cinzas
A queda da Acadêmicos de Niterói serve como um alerta institucional. O “xeque-mate” mencionado no editorial parece ter se estendido à avenida: a tentativa de silenciar a crítica através do brilho das lantejoulas não convenceu os jurados, nem o povo.
Como diz o ditado que agora ecoa em Brasília e no Rio: “O que vale para Chico, TEM que valer para Francisco”. Se o rigor da lei e das normas vale para o cidadão comum, ele deve ser implacável também para quem tenta usar o Carnaval como escudo para abusos de poder.
Análise de Bastidores (Exclusivo 25 News)
Enquanto a escola se prepara para o acesso no próximo ano, a Justiça Eleitoral começa a ser provocada para investigar a origem exata dos fundos que bancaram as alegorias. O “xeque-mate” pode estar apenas começando.





















































