Eles estão espalhados pelo país há algum tempo, porém, nos próximos anos, o brasileiro vai ver com muito mais frequência um modelo de comércio que é sucesso nos EUA, os strip malls. Traduzindo para o português, os strip malls são faixas de lojas em ruas, com foco em serviços, alimentação e conveniência, geralmente organizadas em áreas com alto fluxo de pessoas. São uma opção para moradores de bairros que, ao sair ou voltar para casa, podem encontrar, em um mesmo local, padaria, farmácia, lavanderia e até clínica de estética e ou médica.
Dezenas de projetos de strip malls estão em planejamento ou em construção neste final de ano em todo o país, de acordo com arquitetos, consultores de varejo e investidores. E esses projetos, que começaram mais fortemente em grandes capitais, estão também indo para o interior do país, em cidades que já possuem ou não centros comerciais. O formato tem ganhado força porque atende a interesses de consumidores, lojistas e investidores, surgindo como uma alternativa aos shoppings tradicionais e às lojas de ruas.
Para os consumidores, funciona como praticidade e facilidade, já que estão próximos de suas residências e oferecem estacionamento gratuito. Para os lojistas, é uma opção de expansão da marca e por um custo menor. Os contratos seguem as regras de locação de um imóvel comercial, não há cobrança de 13º aluguel. Os comerciantes também estão livres de pagamento de fundo de promoção e de luvas, na maioria das vezes, e o condomínio tem valor menor do que o de shopping. Inicialmente mais concentrado nas mãos de incorporadoras e construtoras, o formato tem atraído investidores menores e de diversos setores diante de seu potencial de multiplicação.























































