🚨 Foi aprovado o Projeto de Lei 4500/25, que mete o pé no acelerador do Código Penal e aumenta as penas pra extorsão e uso de “escudo humano”
📍 Centro Histórico da Cidade de São Paulo, 22 de Outubro de 2025 – Quarta-Feira
🖋 Por Konstantino Ferdinandi | Jornal25News – Independente

A Câmara dos Deputados apertou o cerco contra o crime organizado! 💥 Foi aprovado o Projeto de Lei 4500/25, que mete o pé no acelerador do Código Penal e aumenta as penas pra extorsão e uso de “escudo humano” — aquelas práticas covardes em que facções tratam cidadãos como se fossem barreira pra se proteger da polícia. 😡O texto segue agora para o Senado, e se virar lei, quem fizer parte de quadrilhas que cobram taxa pra deixar o povo circular ou trabalhar em paz vai pegar de 8 a 15 anos de prisão, fora a multa pesada. 💸 Já quem usar pessoas como escudo em ações criminosas vai encarar de 6 a 12 anos de cadeia — e se o crime envolver mais de uma vítima ou for cometido por organização criminosa, o tempo dobra! ⛓️
O texto segue agora para o Senado, e se virar lei, quem fizer parte de quadrilhas que cobram taxa pra deixar o povo circular ou trabalhar em paz vai pegar de 8 a 15 anos de prisão, fora a multa pesada. 💸 Já quem usar pessoas como escudo em ações criminosas vai encarar de 6 a 12 anos de cadeia — e se o crime envolver mais de uma vítima ou for cometido por organização criminosa, o tempo dobra! ⛓️
👮♂️ Segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, existem 88 organizações criminosas mapeadas no Brasil. Só no Nordeste, são 46 facções dominando territórios e impondo a chamada “governança criminal”. O relator do projeto, Coronel Ulysses (União-AC), disse que o objetivo é simples:
“Dar ao Estado ferramentas mais duras pra enfrentar o crime que desafia o poder público e aterroriza a população.”
⚖️ Prisão preventiva e DNA na mira
Na mesma sessão, os deputados também aprovaram o PL 226/2024, que muda as regras da prisão preventiva. Agora, o juiz vai ter que comprovar de verdade a periculosidade do suspeito — nada de prender com base só na “gravidade do crime”.
O projeto ainda autoriza a coleta de material genético (DNA) de quem for pego em flagrante por crimes sexuais ou envolvimento com organizações criminosas armadas. O DNA vai pra um banco nacional de dados pra ajudar a resolver casos e identificar reincidentes. 🧬🚔
Mas o relator Paulo Abi-Ackel (PSDB-CE) explicou que a coleta só será feita em crimes graves, seguindo todos os protocolos de cadeia de custódia, pra evitar abusos e garantir legalidade.
🔥 Brasil manda recado: o crime não vai mais ditar as regras
O pacote aprovado na Câmara é uma tentativa de enfraquecer o poder paralelo das facções, devolver a autoridade ao Estado e aumentar a sensação de segurança nas ruas. O recado é claro: quem desafiar a lei, vai pagar caro.
Mas, como lembra o nosso editor Mário Marcovicchio, o buraco é mais embaixo… 👇
🖋️ Nota do Editor – Mário Marcovicchio
📍 Centro Histórico da Cidade de São Paulo, 22 de Outubro de 2025 – Quarta-Feira

Sem dúvida nenhuma, o aumento de penas é um passo importante dentro da política criminal brasileira — especialmente quando se trata de organizações criminosas que espalham medo e controlam territórios. A sociedade exige respostas, e o endurecimento da lei parece um avanço.
Mas a verdade é que isso ainda é verniz. Um retoque em um sistema penal centralizado, engessado e ultrapassado. Enquanto o Brasil insistir em ter uma única lei penal para um país continental, continuará errando no alvo.
Assim como acontece com o ICMS, que tem alíquotas diferentes conforme o Estado, as leis penais também deveriam ser regionais e autônomas. Cada Estado conhece sua própria realidade criminal — São Paulo vive um tipo de guerra urbana, enquanto o Amazonas enfrenta problemas ligados ao tráfico fluvial e fronteiras. O que funciona em um, não serve para o outro.
Nos Estados Unidos, cada Estado possui seu próprio código penal, suas penas e políticas de segurança, coexistindo com as leis federais. Esse modelo garante eficiência, rapidez e adaptação local. No Brasil, isso permitiria a criação de estratégias penais mais inteligentes, com base na realidade de cada região.
Enquanto continuarmos presos a um modelo centralizado, o aumento de pena continuará sendo apenas cosmético, sem impacto real na redução do crime. É hora de repensar o sistema:
Punir é necessário, mas reformar é urgente.
O país precisa de uma nova arquitetura criminal federativa, onde a autonomia dos Estados seja o alicerce de uma justiça mais moderna, eficaz e próxima da realidade do povo.
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