Centro Histórico da Cidade de SP.
O mundo acaba de confirmar o que os campos brasileiros já sabem há décadas: a revolução verde do século 21 é invisível a olho nu. A prestigiada revista norte-americana TIME, divulgou hoje sua lista das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2026, e um nome brilha no topo da categoria “Pioneiros”: a Dra. Mariangela Hungria, pesquisadora da Embrapa Soja e membro da Academia Brasileira de Ciências.
A inclusão de Hungria na lista, não é apenas um reconhecimento pessoal, mas um selo de excelência para a ciência brasileira. Em um planeta que luta contra o aquecimento global e a dependência de fertilizantes químicos caros, as pesquisas de Mariangela com fixação biológica de nitrogênio, oferecem uma rota de fuga tecnológica e econômica.
O grande feito que garantiu o lugar da cientista na TIME100, foi o desenvolvimento e a promoção de inoculantes — as chamadas “bactérias do bem”. Em vez de usar adubos nitrogenados (que consomem energia fóssil e emitem gases estufa na fabricação), Mariangela ensinou o mundo a usar microrganismos que captam o nitrogênio do ar e o entregam diretamente às plantas. O resultado? Uma lavoura mais barata, solos mais vivos e uma pegada de carbono drasticamente reduzida.
Dados Oficiais e Impacto Real:
- Economia Bilionária: Graças à tecnologia de fixação biológica, o Brasil economiza anualmente bilhões em importação de fertilizantes nitrogenados.
- Redução de Carbono: A técnica, evita a emissão de milhões de toneladas de CO₂ equivalente na atmosfera todos os anos.
- Carreira: Mariangela possui mais de 800 publicações científicas e já liderou projetos que transferiram essa tecnologia para países da África e América Latina.
- Formação: Pesquisadora da Embrapa desde 1982, com doutorado pela Cornell University (EUA).
“Estar na TIME100 é um recado claro: o Brasil não exporta apenas commodities, nós exportamos inteligência biológica. A natureza tem as soluções; a ciência só precisa saber como conversar com ela”, afirmou a Dra. Mariangela em nota oficial após o anúncio.
O Futuro da comida na mesa, com as cadeias de suprimentos globais ainda instáveis, a autonomia tecnológica do Brasil no campo é um ativo de segurança nacional. Mariangela provou que a produtividade não precisa ser inimiga da ecologia. Sua pesquisa permite que o agricultor, do pequeno ao grande, colha mais gastando menos, o que deve reflete diretamente no preço final dos alimentos que chegam às gôndolas dos supermercados.
O reconhecimento de Mariangela Hungria pela TIME, nos mostra que o maior tesouro do agronegócio não é a terra, mas o microscópio. Se por anos o mundo olhou para o Brasil esperando apenas soja, hoje ele olha esperando soluções para a crise climática. A ciência de Mariangela não pede licença; ela prova que, entre o laboratório e o campo, o Brasil é quem dita o ritmo da próxima grande transformação humana. Menos química, mais biologia para todos nós!
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