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🚨 Justiça italiana mantém Carla Zambelli presa em Roma enquanto decide extradição
Deputada do PL-SP segue em regime fechado até que processo seja concluído; governo brasileiro pede retorno imediato
Por Maria Clara Clarinha – Jornal25News – Independente
Centro Histórico da Cidade de São Paulo, Quinta-Feira, 28 de Agosto de 2025.

A treta internacional envolvendo a deputada Carla Zambelli (PL-SP) ganhou mais um capítulo pesado. A Corte de Apelação de Roma decidiu que ela vai continuar presa em regime fechado até a conclusão do processo de extradição para o Brasil. 😳
Na audiência de quarta-feira (27), três juízes receberam um laudo médico encomendado pelo próprio tribunal para checar se a saúde da parlamentar permitiria que ela ficasse na prisão. O relatório apontou depressão, problemas clínicos e até greve de fome, mas concluiu que nada disso impede que ela continue na cadeia. Desde julho, Zambelli está no presídio feminino de Rebibbia, em Roma.
“Suas necessidades terapêuticas podem ser todas atendidas dentro da estrutura de detenção”, diz o documento oficial.
A defesa pedia que ela fosse para prisão domiciliar com tornozeleira, alegando que as condições eram insuportáveis, mas o tribunal não aceitou.
⏳ E agora?
Com essa etapa definida, o processo de extradição finalmente vai andar. O Ministério Público de Roma deve enviar um relatório sobre o caso nas próximas semanas, e só depois os juízes marcam a audiência para decidir se ela será ou não enviada de volta ao Brasil.
Especialistas estimam que todo o trâmite leve entre um e dois anos, mas como ela está presa, pode andar mais rápido:
- Primeira decisão pode sair até outubro;
- Recursos seguem para a Corte de Cassação, que pode levar até 4 meses;
- Depois, o governo italiano tem 45 dias para dar a palavra final.
⚖️ Por que ela foi presa?
Zambelli fugiu para a Itália para escapar da condenação de 10 anos de prisão determinada pelo STF. Ela foi acusada de participar da invasão ao sistema do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) para emitir um mandado falso de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes.
A defesa italiana tenta evitar a extradição alegando que há “anomalias” no processo, como o fato de a vítima ser o mesmo magistrado que julgou e condenou o caso. A deputada se diz perseguida politicamente.
E não para por aí: na última sexta (22), o STF condenou Zambelli a mais 5 anos e 3 meses de prisão em regime semiaberto por outro episódio — aquele em que ela sacou e apontou uma arma contra um homem, na véspera do segundo turno das eleições de 2022.
📌 Resumindo: Zambelli segue presa na Itália, o Brasil insiste na extradição, e o processo pode virar um longo embate judicial entre Roma e Brasília. Enquanto isso, a deputada aposta na narrativa de perseguição política para tentar escapar da volta.
Nota do Editor – Mário Marcovicchio
- Zambelli traçou um plano completamente equivocado, acreditando que, como cidadã italiana, teria algum tipo de privilégio. Se gabou desse status, mas mostrou ignorância em relação à Itália. Como não mora no país, não tem negócios, nem atividades ativas por lá, é apenas alguém com um passaporte para turismo. Para o Estado italiano, trata-se de uma cidadã de segunda classe, assim como muitos descendentes de terceira e quarta geração, vistos apenas formalmente como italianos, mas sem peso social ou político dentro da Itália.
Apoio Institucional:
Ibrachina – Instituto Sociocultural Brasil-China;
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Calabria.IT – Oportunidades de Negócios Imobiliários;
Advocacia: Constantino, Gullo e Marcovicchio – Direito Civil, Comercial, Empresarial, Público, Tributário, Criminal e Internacional;
Lit Pro – Tecnologia e Inovação em Comunicação.
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