VOTO ESTRATÉGICO: Por que escolher bem Deputados e Senadores é mais decisivo que o Presidente?
Centro Histórico da Cidade de SP, Segunda-Feira, 31 de Março de 2026
Faltando poucos meses para as eleições de 2026, a atenção do eleitor médio está quase que exclusivamente voltada para a disputa pelo Palácio do Planalto. No entanto, dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e análises de cientistas políticos apontam para uma realidade prática muitas vezes ignorada: o Brasil vive sob um modelo de “presidencialismo de coalizão”. Na prática, isso significa que quem dita o ritmo da economia, da segurança e da educação não é apenas o Presidente, mas sim as 513 cadeiras da Câmara dos Deputados e as 81 do Senado Federal.
1. Quem Manda na “Caneta”: O Poder de Vetar e Criar
Embora o Presidente tenha o poder de propor leis e o “Poder do Veto”. É o Congresso Nacional que tem a palavra final. Se o seu candidato a Presidente promete “acabar com um imposto” ou “criar um novo auxílio”, ele não pode fazer isso sozinho.
De acordo com a Constituição, qualquer mudança orçamentária ou criação de lei, precisa passar pelas comissões da Câmara e do Senado. Sem uma base aliada forte, o Presidente torna-se um “refém” do chamado Centrão, precisando negociar cargos e verbas para conseguir aprovar projetos mínimos de gestão.
2. A “Chave do Cofre”
A grande diferença que afeta o seu dia a dia está nas Emendas Parlamentares. Em 2026, o orçamento controlado diretamente por Deputados e Senadores, atingiu patamares recordes. É o seu Deputado Federal quem decide se a verba federal vai para a reforma da UBS do nosso bairro ou para uma obra em outro estado.
Votar em um Deputado sem compromisso com a sua região, significa que o imposto que você paga em São Paulo pode ser investido a milhares de quilômetros de distância, sem nenhum retorno direto para a nossa infraestrutura local.

3. O “Filtro” do Senado: STF e Agências
O voto para Senador é ainda mais crítico por funções exclusivas:
- Ministros do STF: Somente o Senado pode aprovar ou rejeitar as indicações do Presidente para o Supremo Tribunal Federal.
- Agências Reguladoras: Quem controla o preço da luz (Aneel) ou dos remédios (Anvisa) passa pela sabatina dos senadores.
- Impeachment: O Senado é a única instância que pode julgar o Presidente ou Ministros do STF por crimes de responsabilidade.
O Perigo do “Voto de Protesto”
Dados das eleições passadas mostram que o uso da legenda (votar apenas no número do partido para Deputado) ou o voto em “candidatos celebridades” sem propostas reais acaba fortalecendo as cúpulas partidárias. Pelo sistema proporcional, o seu voto em um candidato “engraçado” pode acabar elegendo um político com ideais totalmente opostos aos seus, graças ao quociente eleitoral.
Do bairro a Brasília, muitos reclamam que “o Presidente não faz nada”, mas poucos lembram em quem votaram para a Câmara. Em 2026, o Jornal 25 News reforça: o Presidente é o capitão, mas o Congresso é o motor do navio. Sem motor, o navio fica à deriva. Pesquisar o histórico do seu Deputado e Senador é, talvez, o ato mais importante de defesa do seu próprio bolso e da qualidade de vida da nossa vizinhança. O voto consciente no Legislativo é o que impede que o país pare por quatro anos em brigas políticas de Brasília.
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