Um dos maiores tesouros do modernismo brasileiro está no centro de uma polêmica digna de filme! A tela ‘Sol Poente’, uma das obras mais valiosas de Tarsila do Amaral, avaliada em impressionantes R$ 250 milhões, foi parar no chão da residência de um dos herdeiros do banco Itaú. O caso veio à tona após uma intimação judicial, levantando alertas sobre a conservação e o destino de uma peça fundamental do patrimônio cultural do Brasil!
Do Topo do Modernismo ao Chão de Residência

O quadro ‘Sol Poente’ é um exemplar raríssimo da fase antropofágica de Tarsila, marcado por cores vibrantes e formas que traduzem a identidade brasileira.
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A Disputa Judicial: A Justiça foi acionada para verificar o estado de conservação e a localização da obra. O fato de uma tela de um quarto de bilhão de reais estar apoiada no chão — ainda que em um ambiente luxuoso — gerou fortes críticas de curadores e especialistas em arte.
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Segurança em Xeque: Em resposta à intimação, a atual proprietária afirmou que a tela “está segura” e que o armazenamento atende a critérios que não oferecem risco à integridade física da pintura. No entanto, a visibilidade do caso colocou a segurança da residência e da obra em alerta máximo.
A Desistência de Roberto Setubal
O mercado de arte aguardava uma das maiores transações da década, mas os planos mudaram:
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Negócio Desfeito: O banqueiro Roberto Setubal, conhecido colecionador e herdeiro do Itaú, teria desistido de adquirir a obra. Embora os motivos exatos não tenham sido divulgados oficialmente, rumores no mercado indicam que o imbróglio judicial e as condições de guarda da tela podem ter pesado na decisão.
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Impacto no Mercado: A desistência de um comprador desse porte pode dificultar futuras negociações, já que a procedência e o estado de conservação são vitais para precificar ativos dessa magnitude.
O Valor Histórico de Tarsila

Tarsila do Amaral vive um momento de valorização recorde. Após o fenômeno do ‘Abaporu’, obras como ‘Sol Poente’ tornaram-se alvos de desejo de museus internacionais e bilionários. A polêmica atual reacende o debate sobre se obras de tamanha importância para a história de um país deveriam permanecer em coleções privadas ou sob a proteção de instituições públicas.
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