O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) explicou ao Supremo Tribunal Federal (STF) por que ele não passou a faixa presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na posse em 1º de janeiro de 2023. E a resposta é surpreendente!
O Medo da “Maior Vaia da História” e a Crítica a Lula!
No depoimento ao STF, que aconteceu no dia 10 de junho de 2025, Bolsonaro foi direto: ele afirmou que não queria se submeter à “maior vaia da história do Brasil”! Ele também aproveitou para expressar sua discordância com a gestão de Lula, a quem ele chamou apenas de “atual mandatário”, sem mencionar o nome do presidente.

“Eu não ia me submeter a passar a faixa para esse atual mandatário que está aí”, disse Bolsonaro.
A Viagem Para os EUA e a Derrota na Eleição!
Bolsonaro deixou o Brasil no dia 30 de dezembro de 2022, dois dias antes da posse, e viajou para os Estados Unidos, onde ficou por mais de um mês, evitando a cerimônia.
Ele atribuiu sua derrota nas eleições de 2022 ao então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes. Bolsonaro alegou, sem apresentar provas, que o TSE teria favorecido Lula nas eleições. Para o ex-presidente, participar da posse seria como “aceitar” o resultado da eleição, algo que ele rejeitava.
A Faixa e o Ato Simbólico da Democracia!

É importante saber que a passagem da faixa presidencial é um ato simbólico (que tem um significado importante, mas não é obrigatório pela lei). Ele representa a transição democrática do poder, mostrando que o governo muda de mãos de forma pacífica e respeitando a vontade do povo.
Apesar de não ser obrigatório, a ausência de Bolsonaro foi muito comentada. Não foi a primeira vez que isso aconteceu na história do Brasil: em 1985, João Figueiredo, o último presidente da ditadura militar, também se recusou a passar a faixa para José Sarney.
Na posse de Lula, a faixa foi entregue por representantes da sociedade civil, um gesto que foi planejado pela equipe do petista.
Bolsonaro já havia mencionado em outros momentos que seus apoiadores não o perdoariam se ele passasse a faixa. Em um evento no Rio de Janeiro em julho de 2024, ele chegou a declarar: “Não passo faixa para ladrão”, reforçando sua posição. Mesmo com aliados tentando convencê-lo de que seria um “ato de grandeza”, ele manteve a decisão de não comparecer.
A atitude de Bolsonaro continua dividindo opiniões no Brasil, entre aqueles que o apoiam e os que criticam sua recusa em participar de um ritual democrático tão importante.
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