Itália fora da Copa: mais um capítulo de uma crise histórica
A ausência da Seleção Italiana de Futebol na Copa do Mundo FIFA evidencia uma crise estrutural que vai além dos resultados dentro de campo
Centro Histórico da Cidade de São Paulo, terça-feira, 31 de março de 2026
Por Arianne Marcovicchio | Jornal25News – Independente

A ausência da Seleção Italiana de Futebol em mais uma edição da Copa do Mundo FIFA reforça um cenário preocupante para uma das seleções mais tradicionais do futebol mundial, com impactos esportivos e simbólicos relevantes.
Um gigante em queda contínua
Tetracampeã mundial (1934, 1938, 1982 e 2006), a Itália não disputa uma Copa desde a conquista na Copa do Mundo FIFA de 2006. A equipe ficou fora da Copa do Mundo FIFA de 2018 após ser eliminada pela Suécia na repescagem europeia, e voltou a falhar nas eliminatórias seguintes ao perder a vaga para a Macedônia do Norte, resultado considerado uma das maiores zebras recentes do futebol internacional.
Segundo a FIFA, a Itália se tornou a primeira campeã europeia vigente a não se classificar para a Copa seguinte, após o título da Eurocopa 2020.
Problemas estruturais explicam o declínio
Especialistas e relatórios da UEFA apontam fatores que ajudam a entender a queda:
- Baixa renovação de talentos: dificuldade em formar jogadores de elite no mesmo ritmo de outras potências
- Perda de protagonismo da liga nacional: a Serie A deixou de ser o principal destino de craques, reduzindo o nível competitivo interno
- Instabilidade técnica: mudanças frequentes de treinadores e falta de continuidade no projeto esportivo
- Adaptação tática lenta: dificuldades em acompanhar tendências modernas de jogo
Mesmo sob o comando de Roberto Mancini, que levou a Itália ao título europeu, a seleção não conseguiu manter regularidade nas eliminatórias.
Impacto dentro e fora de campo
A ausência da Itália reduz o peso histórico da competição e afeta o interesse global. De acordo com análises da própria FIFA e da UEFA, seleções tradicionais contribuem diretamente para audiência, rivalidades e valor comercial do torneio.
Além disso, jogadores italianos perdem visibilidade internacional ao ficarem fora do principal palco do futebol.
O caminho para a reconstrução
A Federação Italiana de Futebol já discute medidas para reverter o cenário, como:
- Reformulação das categorias de base
- Incentivo ao uso de jovens jogadores na liga nacional
- Maior estabilidade no comando técnico
- Investimento em modernização tática e tecnológica
A retomada, no entanto, tende a ser gradual. A Itália ainda possui tradição e estrutura, mas precisa alinhar gestão, formação e desempenho para voltar ao topo.
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