Um grande estudo longitudinal conduzido pela Harvard T.H. Chan School of Public Health (publicado na edição de janeiro de 2026 da revista Neurology) trouxe uma das evidências mais robustas até hoje sobre o efeito protetor do café contra o declínio cognitivo: pessoas que consomem café regularmente (2 a 4 xícaras por dia) apresentam 18% menos risco de desenvolver demência (incluindo doença de Alzheimer) ao longo de 20 anos de acompanhamento.
Principais conclusões do estudo de Harvard

- Acompanhamento: 47.245 participantes (saúde de enfermeiras e outros profissionais de saúde) seguidos por mais de 20 anos (início entre 1998–2002 até 2023–2025).
- Consumo analisado: 0, <1, 1, 2–3, 4–5 e ≥6 xícaras/dia (tanto café com cafeína quanto descafeinado).
- Redução de risco:
- 2–3 xícaras/dia → -18% de risco de demência
- 4–5 xícaras/dia → -20%
- ≥6 xícaras/dia → benefício se mantém, mas não aumenta significativamente (platô)
- Efeito independente de outros fatores: O resultado se manteve mesmo após ajuste para idade, sexo, tabagismo, consumo de álcool, IMC, atividade física, hipertensão, diabetes, depressão, qualidade do sono e nível educacional.
- Tanto café com cafeína quanto descafeinado mostraram proteção semelhante → o benefício não vem apenas da cafeína, mas de outros compostos bioativos do café (ácidos clorogênicos, polifenóis, magnésio, trigonelina).
Outros benefícios cerebrais já confirmados do café
- Redução do risco de Parkinson: 25–40% menor (meta-análises consistentes desde 2010)
- Menor risco de declínio cognitivo leve: ~16–22%
- Menor risco de AVC isquêmico: ~15–20%
- Melhora da função cognitiva em idosos saudáveis: estudos mostram melhor memória, atenção e velocidade de processamento em consumidores regulares
Quantidade ideal e cuidados (orientação dos autores do estudo)
- Faixa mais protetora: 2 a 4 xícaras por dia (200–400 mg de cafeína).
- Melhor horário: manhã e início da tarde (evitar após 14h para não prejudicar o sono).
- Forma de preparo: café filtrado ou coado (papel) remove grande parte do cafestol (que eleva colesterol).
- Quem deve ter cautela:
- Gestantes: máximo 200 mg de cafeína/dia
- Pessoas com ansiedade grave, taquicardia ou insônia severa
- Quem tem refluxo gastroesofágico (pode piorar)
A pesquisa de Harvard de 2026 é considerada uma das evidências mais fortes e robustas já publicadas sobre o efeito neuroprotetor do café. Ela reforça que o café — consumido de forma moderada e regular — não é apenas um estimulante, mas um dos alimentos/bebidas mais associados à preservação da saúde cerebral na idade adulta e no envelhecimento.
O Jornal 25News reforça a recomendação dos autores: “Se você gosta de café e não tem contraindicação médica, 2–4 xícaras por dia podem ser uma das escolhas mais inteligentes e prazerosas que você faz pela saúde do seu cérebro.”
E o melhor: é barato, acessível e faz parte da rotina de milhões de brasileiros. Às vezes, o maior remédio para proteger a memória está dentro de uma xícara simples de café coado.
Apoio Institucional
Ibrachina – Instituto Sociocultural Brasil-China
APECC – Associação Paulista de Empreendedores
Shopping Circuito das Compras – O Maior Shopping Popular do Brasil
Calabria – Oportunidades de Negócios
Advocacia Marcovicchio
Lit Pró Digital
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