A saúde global está sob ameaça de uma crise silenciosa e devastadora: o avanço dos alimentos ultraprocessados! A prestigiosa revista científica The Lancet lançou uma série especial com três artigos, elaborados por 43 pesquisadores internacionais, que concluem que os ultraprocessados estão piorando a qualidade da dieta globalmente e elevando o risco de múltiplas doenças crônicas, como obesidade, diabetes, câncer e até transtornos mentais! O epidemiologista brasileiro Carlos Monteiro (USP), que coordenou a série, afirma: “Os ultraprocessados são a causa básica da epidemia de doenças crônicas que temos no mundo hoje”!
A Conquista Global da Indústria e a Pobreza Nutricional!

Os estudos mostram que a indústria alimentícia ultraprocessada, com vendas anuais globais de US$ 1,9 trilhão, se tornou o setor mais lucrativo, substituindo padrões alimentares tradicionais e conquistando o planeta!
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Avanço Global: A proporção de ultraprocessados entre as calorias diárias quase triplicou na Espanha (de 11% para 32%) e na China (de 4% para 10%) nas últimas três décadas! Nos Estados Unidos e Reino Unido, já representam mais de 50% da dieta!
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Risco de Morte Precoce: Uma revisão sistemática analisou 104 trabalhos de longo prazo e identificou que 92 deles relataram risco aumentado de uma ou mais doenças crônicas, com associações significativas para ao menos 12 condições de saúde, incluindo morte precoce por todas as causas!
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Substâncias Nocivas: Esses alimentos são pobres nutricionalmente, com excesso de açúcar e gordura e baixo teor de fibras e proteínas, além de acumularem diversas substâncias químicas nocivas, como aditivos e saborizantes.
O Confronto Urgente: Impostos e Proibição em Escolas!

Os pesquisadores defendem que já existe literatura suficiente para a formulação de políticas públicas que enfrentem o problema, e a resposta precisa ser global e articulada, “semelhante aos esforços que enfrentaram a indústria do tabaco”!
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Alerta Frontal e Impostos: As medidas importantes são a inclusão de alertas de ultraprocessados nos rótulos frontais das embalagens e o aumento dos impostos que incidem sobre eles! O valor arrecadado deve ser utilizado para subsidiar alimentos in natura ou minimamente processados.
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Proibição em Espaços Públicos: Outras recomendações são proibir os produtos em instituições públicas, como escolas e hospitais! O Brasil, por exemplo, já exigiu que, até 2026, 90% dos alimentos oferecidos em escolas sejam in natura ou minimamente processados.
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Fim do Lobby Corporativo: O pesquisador Phillip Baker (Austrália) afirma que é preciso “proteger o processo político do lobby corporativo”, pois a indústria emprega táticas sofisticadas, financiando pesquisas para questionar as evidências e não tomar medidas para reduzir o impacto de seus produtos.
A série da Lancet é um marco na saúde pública e um chamado urgente: a responsabilidade não é das escolhas individuais, mas sim das grandes corporações que promovem a expansão dos ultraprocessados pelo mundo!
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