Na manhã do último sábado, 31 de maio, as 24 deputadas estaduais da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) receberam um e-mail aterrorizante, com ameaças explícitas de morte e estupro! A mensagem, cheia de ódio contra as mulheres, também incluía ataques racistas e ofensas a deputadas que defendem pessoas com deficiência.

O E-mail do Medo e a Reação das Deputadas
O autor da mensagem, que se identificou como “masculinista” (um termo para quem se opõe ao feminismo), disse que usou “criptografia militar” e estava escondido em um “esgoto da Grande São Paulo”, planejando cometer os atos de terror. O texto citava nominalmente algumas parlamentares e detalhava intenções violentas, como “estuprar, matar e queimar as deputadas”.
A reação das deputadas foi imediata e unida, mostrando uma força incrível. Em uma nota conjunta, elas declararam: “Não seremos silenciadas!” Elas disseram que, embora algumas já tivessem sofrido ameaças, essa foi a primeira vez que um ataque atingiu todas as mulheres da Casa, que representam 24 dos 94 deputados de São Paulo.
Andréa Werner (PSB), uma das deputadas, contou o choque com a violência do e-mail, que era “extremamente detalhado”, muito diferente dos xingamentos que ela já enfrentou. Ela reforçou a necessidade de ações mais fortes contra crimes na internet e a urgência de melhorar a segurança dentro da própria Alesp.
Na noite de segunda-feira (2 de junho), 13 deputadas foram à delegacia e registraram uma queixa-crime (uma denúncia formal para iniciar uma investigação) contra o autor da mensagem, acusando-o de ameaça, injúria racial e falsa identidade.
Polícia Investiga e Alesp Promete Segurança
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo informou que um homem de 28 anos está sendo investigado como suspeito. A polícia já apreendeu computador e celular na casa dele, mas ele nega o envolvimento. Há até uma suspeita de que o caso possa ser uma “briga de hackers”, ou seja, que a mensagem tenha sido enviada por outra pessoa para incriminar o homem que teve seu CPF citado no e-mail.
O presidente da Alesp, André do Prado, manifestou solidariedade às deputadas e prometeu investigar o caso a fundo. Ele se reuniu com uma comissão de deputadas para discutir medidas de segurança, oferecendo até treinamento para reação a atentados e pedindo que elas disponibilizem seus computadores para perícia. Algumas parlamentares também pediram escolta policial, tamanha a violência da mensagem.
A Secretária da Mulher do governo de São Paulo, Valéria Bolsonaro, classificou o caso como uma “violência política e psicológica vil” e garantiu que o Secretário de Segurança Pública já está tomando as medidas necessárias.
Violência Contra a Mulher na Política: Um Alerta!

Esse caso é um alerta grave sobre a violência política de gênero (agressões contra mulheres que atuam na política) que ainda é muito presente no Brasil. Mulheres que ocupam cargos de poder frequentemente enfrentam tentativas de intimidação e silenciamento. O teor machista, racista e capacitista (preconceito contra pessoas com deficiência) do e-mail mostra o tipo de ódio que circula, muitas vezes escondido no anonimato da internet.
A união das deputadas da Alesp, de diferentes partidos, é um sinal de que elas não vão se calar e que a luta por um ambiente político mais seguro e igualitário continua.
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