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Um levantamento publicado neste sábado mostra onde se concentram registros de roubos e furtos em cidades do Alto Tietê. Os números são absolutos: não permitem, isoladamente, definir o risco individual de cada bairro.
Leitura Integral
O que os dados mostram
Levantamento da Gazeta Regional, publicado neste sábado, 26, reúne ocorrências de roubos e furtos por bairro em dez municípios do Alto Tietê. Segundo o veículo, a base é da Secretaria da Segurança Pública e não inclui crimes contra cargas.
Entre os destaques, o Centro de Mogi das Cruzes aparece com 456 registros, seguido de Jundiapeba, com 373. Em Suzano, a Vila Amorim soma 230. Em Itaquaquecetuba, o Centro reúne 162; em Arujá, o Parque Rodrigo Barreto registra 113.
Como interpretar
A contagem organiza os casos pelos bairros informados nos boletins. Trata-se de registros policiais, não de uma medição direta de todos os crimes ocorridos.
Também é preciso cuidado ao comparar bairros: o total absoluto não considera, sozinho, população, circulação diária de pessoas e extensão territorial. Uma área comercial muito movimentada pode registrar mais ocorrências sem que o número permita calcular a probabilidade individual de vitimização.
O levantamento consultado não explicita com precisão o intervalo de extração dos dados de 2026. Por isso, os valores são apresentados como o recorte divulgado pelo veículo, e não como fechamento anual. O estudo pode orientar perguntas sobre prevenção, mas não sustenta generalizações sobre os moradores.























































