Comércio criou 16,5 mil postos no mês, mas o acumulado do ano é 25% menor que em 2025
Centro Histórico da Cidade de São Paulo, 30 de setembro de 2026.
Leitura Rápida — 1 Minuto
- Agosto: saldo de 165.827 empregos formais, 7,2% acima de agosto de 2025.
- Comércio: 16.565 vagas; serviços lideram com 110.346.
- São Paulo: estado que mais contratou, com 42.533 vagas.
- No ano: 1,13 milhão de vagas, queda de 25,2% sobre 2025.
- Salário de admissão: R$ 2.410,74 em média.
Leitura Integral
O resultado do mês
O país criou 165.827 empregos com carteira assinada em agosto, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O número é quase o triplo de julho, quando o saldo foi de 58.568 vagas. Ainda assim, é o segundo pior agosto desde 2020, reflexo dos juros altos.
Quem contratou
Serviços abriram 110.346 vagas, puxados por educação e saúde. Construção criou 20.848, indústria 16.613 e comércio 16.565. O Sudeste respondeu por 73.167 postos, e São Paulo liderou entre os estados, com 42.533.
O ano mais fraco
De janeiro a agosto, o saldo soma 1.134.033 vagas, 25,2% abaixo do mesmo período de 2025. O Brasil tem hoje 48,2 milhões de trabalhadores com carteira assinada.
Fonte: Agência Brasil / Caged
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