Centro Histórico da Cidade de São Paulo, 08 de outubro de 2026.
Quando um juiz de direito perde a vida em circunstâncias brutais, violentas e cercadas de pontos de interrogação no interior paulista, a sensação de perplexidade atinge em cheio toda a população, exigindo respostas rápidas e transparentes das forças de segurança do Estado. Nesta quinta-feira, o Poder Judiciário de São Paulo amanheceu em choque com a confirmação da morte trágica do juiz Gustavo de Castro Campos, de 45 anos, titular da 2ª Vara Judicial da Comarca de Mococa.
O corpo do magistrado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) foi encontrado totalmente carbonizado no banco do motorista de seu próprio carro, um veículo importado da marca Volvo, em uma estrada de terra na zona rural do município de São João da Boa Vista, a cerca de 220 quilômetros da capital.
A ENGRENAGEM DO MISTÉRIO: A dinâmica da ocorrência revela um cenário desolador e atípico que mobilizou peritos criminais e equipes táticas durante a noite de quarta-feira. Trabalhadores rurais que passavam pela Estrada de Terra Euclides Dotta avistaram o automóvel consumido por labaredas de grande intensidade por volta das 20h15. Diante do fogo descontrolado, uma testemunha que operava uma retroescavadeira nas imediações tentou abafar as chamas cobrindo a lataria com terra, sem saber que havia uma pessoa no interior devido à espessa nuvem de fumaça preta.
O Corpo de Bombeiros foi acionado com urgência e conseguiu extinguir os focos principais. Ao vistoriarem o habitáculo retorcido, os militares constataram a presença do corpo carbonizado na posição de condução. A identificação inicial só foi possível pela localização de sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) intacta no local e por uma tatuagem específica no abdômen.
Entre os elementos que chamaram a atenção imediata dos investigadores da Polícia Civil, dois detalhes se destacam de forma contundente: nenhum pertence de valor foi subtraído — sua aliança de casamento e documentos pessoais permaneceram no veículo — e os peritos localizaram um galão de gasolina posicionado no assoalho dianteiro, próximo aos pedais do motorista.
VOZES E ANÁLISE: A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de São João da Boa Vista instaurou inquérito policial e registrou a ocorrência como “morte suspeita”. As primeiras avaliações do Instituto de
Criminalística (IC) não identificaram perfurações visíveis por disparos de arma de fogo ou lesões por arma branca, mas o delegado titular Jorge Mazzi ressaltou que a apuração corre sob sigilo rigoroso e que nenhuma linha de investigação está descartada, aguardando laudos necroscópicos do Instituto Médico Legal (IML).
A comoção tomou conta dos fóruns e cidades onde o magistrado atuou. Nascido em Mogi das Cruzes e formado pela Braz Cubas, Dr. Gustavo atuou por uma década na advocacia antes de ingressar na magistratura paulista em 2014, acumulando passagens pelas comarcas de Barretos e Tambaú antes de assumir Mococa em 2021. Em nota oficial, o TJ-SP manifestou profundo pesar e destacou com gratidão a dedicação do juiz ao longo da carreira.
A Prefeitura de Mococa decretou luto oficial de três dias em homenagem à sua trajetória. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação Paulista dos Magistrados (Apamagis) lamentaram publicamente o falecimento, enaltecendo a cordialidade, a urbanidade e o respeito com que o juiz conduzia o trato diário com servidores, advogados e jurisdicionados.
DADOS OFICIAIS:
Vítima: Juiz Gustavo de Castro Campos, 45 anos, titular da 2ª Vara Judicial de Mococa (SP).
Localização do Fato: Estrada de Terra Euclides Dotta, zona rural de São João da Boa Vista (SP).
Veículo Envolvido: Automóvel Volvo pertencente ao próprio magistrado.
Indícios Periciais: Localizado galão de combustível perto dos pedais; bens pessoais (aliança e documentos) preservados; ausência inicial de marcas de perfuração ou cortes externos.
Unidade Responsável: Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de São João da Boa Vista sob regime de sigilo policial.
Classificação do Inquérito: Morte suspeita / a esclarecer.
Repercussão Institucional: Luto oficial de 3 dias no município de Mococa; manifestações formais de pesar do TJ-SP, OAB e Apamagis.
O RIGOR DA LEI: Quem tem o dever de julgar conflitos e combater o crime nas comarcas do interior vive sob vigilância constante e enfrenta a pressão de decisões que contrariam interesses poderosos. Por isso, a morte de um magistrado sob fogo e cinzas em uma estrada isolada não pode ser tratada como um episódio ordinário nem cair no esquecimento burocrático.
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) e a cúpula da Polícia Civil têm o dever moral de destinar os melhores peritos e investigadores para reconstituir os últimos passos, as comunicações telefônicas e as rotas percorridas pelo juiz Gustavo de Castro Campos. A sociedade paulistana exige uma resposta técnica, transparente e irrefutável sobre o que realmente aconteceu naquela estrada rural: se foi uma tragédia íntima ou um atentado covarde contra a magistratura e o Estado Democrático de Direito.
AGORA A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR:
Você acredita que as autoridades de segurança pública conseguirão elucidar com rapidez e total transparência as causas da morte do juiz do TJ-SP, ou o caso corre o risco de permanecer cercado de dúvidas e teorias no interior paulista?
Clique aqui para se inscrever no Canal 25NEWS-BRAZIL e no Jornal https://jornal25news.com.br/ e não perca nenhum detalhe!

























































