Prepare-se, porque a briga entre o Governo Federal e o Congresso Nacional por causa do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) acaba de ganhar um novo capítulo, e o “árbitro” dessa disputa é ninguém menos que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF)! Ele suspendeu toda a confusão e convocou uma reunião para tentar colocar um ponto final nesse embate!
O Impasse: Governo Aumenta, Congresso Derruba!

A confusão começou em maio de 2025, quando o presidente Lula publicou decretos que aumentavam as taxas do IOF. A ideia do governo era arrecadar R$ 61 bilhões em dois anos para compensar perdas de dinheiro, como a isenção do Imposto de Renda para salários mais baixos. Depois de muitas críticas, o governo até deu uma recuada, mas manteve alguns aumentos, esperando arrecadar R$ 30 bilhões.
Mas o Congresso Nacional (formado por deputados e senadores) não gostou da ideia! Em 25 de junho de 2025, o Congresso aprovou um projeto (o PDL 214/2025) que suspendeu esses decretos de Lula. A justificativa? Para o Congresso, o governo estava usando o IOF apenas para arrecadar mais dinheiro e foi além de sua competência.
Moraes Entra em Campo: Suspende Tudo e Manda Conversar!
Com a bola nos pés do STF, o ministro Alexandre de Moraes decidiu agir nesta quinta-feira (4 de julho de 2025)! Ele suspendeu tanto os decretos do governo quanto a decisão do Congresso!
- Dúvidas na Legalidade: Moraes disse que existem dúvidas sobre a legalidade de ambos os lados: os decretos do governo (por estarem mais preocupados em arrecadar do que em regular o mercado, que é o objetivo do IOF) e a decisão do Congresso (por, talvez, ter interferido em algo que seria só do presidente).
- Conciliação: Para evitar uma “guerra” entre o Executivo (governo) e o Legislativo (Congresso), Moraes convocou uma audiência de conciliação (uma reunião para tentar um acordo) para o dia 15 de julho de 2025! Ele também deu cinco dias para que governo e Congresso expliquem suas posições.
O Que Está em Jogo?
Essa briga é importante porque mexe com:
- As Leis: A Constituição permite que o presidente mude as taxas do IOF para regular a economia, mas o Congresso pode barrar atos que considera exagerados. O STF quer evitar que um Poder invada a área do outro.
- As Contas Públicas: O governo já alertou que, se o aumento do IOF não valer, pode faltar R$ 12 bilhões em 2025, o que pode impactar o orçamento e até as emendas parlamentares.
- A Política: A disputa mostra a tensão entre o governo, que busca organizar as contas, e o Congresso, que resiste a novos impostos. A conciliação é uma tentativa de evitar uma crise política ainda maior.
A audiência de conciliação no STF será decisiva para ver se governo e Congresso conseguem chegar a um acordo sobre o IOF. Se não houver consenso, a palavra final será do STF, o que pode agravar o conflito entre os Poderes.
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