O tenente-coronel Mauro Cid, que foi o braço-direito do ex-presidente Jair Bolsonaro, fez um depoimento que promete balançar o Brasil! Segundo Cid, Bolsonaro não só recebeu e leu a famosa “minuta do golpe” (um documento que planejava impedir a posse de Lula), como também pediu mudanças no texto!
O Plano do Golpe: Moraes Seria o Único Alvo de Prisão!

A “minuta do golpe” era um documento que propunha a decretação de um estado de sítio ou de defesa (medidas extremas que dão mais poder ao governo em situações de emergência) para anular o resultado das eleições de 2022 e impedir que Luiz Inácio Lula da Silva tomasse posse como presidente.
Segundo o depoimento de Mauro Cid ao STF, no dia 9 de junho de 2025:
- Bolsonaro leu o documento: Cid afirmou que o ex-presidente teve o texto em mãos.
- Pedidos de Alterações: Bolsonaro teria pedido uma mudança crucial: excluir do documento o trecho que previa a prisão de VÁRIAS autoridades. Para ele, o único alvo de prisão deveria ser o ministro Alexandre de Moraes, que na época era presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)!
- “Enxugar” o Texto: As alterações teriam sido feitas para “enxugar” (diminuir e focar) o documento.
Cid contou que presenciou discussões sobre esse plano de golpe, mas negou ter participado diretamente das ações.

Militares Envolvidos e Pressões por Trocas no Exército!
O depoimento de Mauro Cid também trouxe à tona mais detalhes sobre a suposta trama:
- A “minuta do golpe” teria sido apresentada a Bolsonaro por Filipe Martins, que era ex-assessor de Assuntos Internacionais.
- Cid mencionou pressões de figuras importantes, como os generais Walter Braga Netto e Mário Fernandes, para que o comandante do Exército na época, Marco Antônio Freire Gomes, fosse substituído por alguém que estivesse disposto a apoiar o plano golpista.
- O ex-comandante da Marinha, Almir Garnier, teria inclusive colocado as tropas à disposição para o golpe!
A Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) já investigam a participação ativa de Bolsonaro nesse plano, que envolvia reuniões com militares de alto escalão para tentar reverter o resultado das eleições. A famosa “minuta do golpe” foi encontrada na casa do ex-ministro Anderson Torres, que também é réu no processo.
O Que os Réus Dizem?
Bolsonaro e outros réus (como Braga Netto, Anderson Torres, Paulo Sérgio Nogueira, Augusto Heleno e Alexandre Ramagem) estão sendo interrogados no STF. A defesa de Bolsonaro alega que ele apenas leu o documento por problemas de visão, sem a intenção de executar o plano, e que as minutas foram guardadas sem descarte por falta de preocupação com investigações.
Mauro Cid, por ter feito um acordo de delação premiada (quando o réu conta tudo o que sabe em troca de benefícios na pena), foi o primeiro a depor. Ele negou ter sido forçado a falar e reafirmou que tudo o que disse é verdade.
Importante: Essas informações são baseadas nos depoimentos e investigações, e o processo ainda está em andamento. A verdade final será definida no julgamento.
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