Uma notícia preocupante está agitando a segurança pública do nosso estado. Parece que a Secretaria de Segurança Pública (SSP), comandada por Guilherme Derrite, está envolvida em um B.O. daqueles! O problema? Coletes à prova de bala vencidos que estariam colocando a vida dos nossos policiais em perigo. E não para por aí, viu? Tem rolo nas compras desses equipamentos também!

Segundo informações que vieram à tona, a Justiça de São Paulo precisou suspender algumas licitações, que são como “concursos” para escolher as empresas que vão vender os coletes para a polícia. Um desses “concursos” era para comprar 15 mil coletes, com uma grana que podia chegar a 106 MILHÕES de reais! O motivo da suspensão? As regras do edital (o documento que diz como o “concurso” funciona) estavam meio esquisitas, dificultando que empresas brasileiras pudessem participar. Era como se só quem tivesse um “passaporte americano” pudesse concorrer!
Teve outra licitação para 17 mil coletes que até teve uma empresa francesa ganhando, mas deu zebra! Um colete dessa empresa foi testado e… foi perfurado! Imagina só, um colete que não protege! Depois de muito barraco e um novo teste, o colete foi aprovado, mas a confusão toda atrasou a entrega e levantou muitas dúvidas sobre se tudo estava certinho.
E a coisa fica ainda mais cabeluda! O Ministério Público (MP), que é como um “fiscal” da justiça, está investigando a compra de coletes que foram reprovados nos testes. Foram gastos 33 MILHÕES de reais nessa compra! O MP quer saber se houve alguma irregularidade, ou seja, se fizeram alguma coisa errada nessa história.
Pra piorar, estão investigando se empresas ligadas ao PCC (uma facção criminosa bem conhecida) poderiam estar envolvidas em fraudes nas licitações. Isso seria um escândalo ainda maior!
E o resultado de tanta confusão? Falta de coletes novos e dentro da validade para os policiais. Aí, o que acontece? Os policiais militares estão tendo que revezar coletes vencidos ou usar equipamentos que não servem direito, como coletes suados ou de tamanhos errados. Isso não é nada seguro e ainda pode fazer mal à saúde dos agentes! Em alguns lugares, os policiais até estão tendo que usar fita adesiva para tentar ajustar os coletes de tão velhos e estragados que estão.
A PM informou que comprou 17 mil coletes novos, mas até abril de 2025 só tinham chegado 3 mil. É muito pouco para os 83 mil policiais militares do estado! A polícia diz que não tem ninguém trabalhando com colete vencido, mas o tal do “revezamento” continua por causa da demora nas licitações.
O ouvidor das Polícias de São Paulo, Mauro Cesari, botou a boca no trombone e disse que faltou planejamento. Afinal, os coletes têm validade de uns cinco anos, e a polícia deveria ter se preparado para comprar novos antes que os antigos vencessem.
Toda essa situação está colocando uma pressão ENORME em cima do secretário Guilherme Derrite. Além dos problemas com os coletes, ele também está sendo cobrado pelo aumento da violência policial e outras denúncias. Essa crise toda pode até atrapalhar os planos políticos dele para o futuro.
Apesar de tudo isso, o governador Tarcísio de Freitas tem mantido Derrite no cargo, defendendo a política “linha dura” dele contra o crime.
A mídia toda está de olho nessa história, mostrando a gravidade da situação e os riscos que os policiais estão correndo. Os próprios policiais estão reclamando das condições de trabalho ruins e da insegurança de usar coletes vencidos. Especialistas em segurança pública também estão criticando a falta de planejamento e os problemas nas licitações. E o MP e o Tribunal de Contas do Estado (TCE) estão investigando tudo para garantir que a lei seja cumprida.
Nas redes sociais, o clima é de revolta com essa situação da segurança pública em São Paulo.
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