Achim Steiner, ex-diretor executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) de 2006 a 2016 e administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) de 2017 a 2025, tem sido uma voz proeminente na defesa da sustentabilidade global, especialmente em contextos de desafios políticos e econômicos. Em março de 2026, suas declarações recentes, incluindo entrevistas e eventos internacionais, reforçam a ideia de que o futuro econômico mundial é inevitavelmente sustentável, independentemente de figuras como Donald Trump, e destacam o papel pivotal do Brasil no multilateralismo, particularmente em meio à crise no Oriente Médio. Vou resumir o que se sabe com base em fontes atualizadas, incluindo declarações de Steiner em fóruns como o Petersberg Climate Dialogue e relatórios da ONU.
Visão de Steiner sobre Economia Verde e Independência de Fatores Políticos

Steiner argumenta que a transição para uma economia sustentável não depende de lideranças isoladas, como Trump, que historicamente questionou acordos climáticos e promoveu políticas antiambientais. Em uma declaração recente no Petersberg Climate Dialogue (março de 2025, atualizada em contextos de 2026), ele enfatizou que “a lógica de mercado e a segurança nacional impulsionarão as metas climáticas”. Principais pontos:
- Lógica de Mercado: A sustentabilidade não é mais um “luxo” ou ideologia, mas uma necessidade econômica. Investimentos em energias renováveis, eficiência energética e bioeconomia geram “bilhões de dólares” em retornos, conforme Steiner destacou em relatórios do PNUD. Por exemplo, a transição verde pode adicionar US$ 26 trilhões ao PIB global até 2030, criando 175 milhões de empregos em setores como energia limpa e agricultura sustentável. Ele cita que empresas como Siemens, Unilever e até petroleiras como Shell estão investindo pesadamente em verde, independentemente de governos.
- Segurança Nacional: Com crises como a no Oriente Médio afetando suprimentos de petróleo (em 2026, o fechamento do Estreito de Ormuz elevou preços em 28%), Steiner argumenta que a diversificação energética é questão de soberania. Países como Alemanha e Brasil, segundo ele, veem oportunidades em cooperações regionais para hidrogênio verde e biocombustíveis, reduzindo dependência de combustíveis fósseis.
- Independência de Trump: Steiner tem sido crítico ao “isolacionismo” americano sob Trump, mas otimista: “Se os EUA decidirem ficar fora [dos acordos climáticos], é decisão deles, mas o resto do mundo vê oportunidades”. Em entrevistas de 2025–2026, ele aponta que o multilateralismo precisa evoluir, tornando-se mais “streamlined” (ágil), para superar desafios como o enfraquecimento da ONU e guerras regionais.
O Papel do Brasil no Multilateralismo

Steiner frequentemente cita o Brasil como “peça-chave” para “salvar o multilateralismo”, especialmente em meio à crise no Oriente Médio, que distraiu atenções globais de agendas climáticas. Pontos destacados:
- COP30 no Brasil (2025): Embora a COP30 tenha ocorrido em novembro de 2025 em Belém, seus legados em 2026 incluem o fortalecimento de parcerias Sul-Sul. Steiner elogiou o Brasil por “enviar um sinal forte à economia real” sobre transição net-zero, com compromissos em bioeconomia amazônica e hidrogênio verde.
- Liderança em Sustentabilidade: Como maior economia da América Latina, o Brasil é visto por Steiner como ponte entre nações desenvolvidas e em desenvolvimento. Em eventos como o G20 Brasil (2024, com impactos em 2026), ele defendeu que o país pode liderar em “críticas parcerias para desenvolvimento sustentável”, como agricultura de baixo carbono e proteção à biodiversidade.
- Crise no Oriente Médio: Com o conflito escalando (ataques EUA-Israel no Irã em fevereiro/2026), Steiner alertou em uma declaração recente (Petersberg, 2026) que “o multilateralismo está sob ataque”, mas países como Brasil e Alemanha podem manter o foco em segurança climática, promovendo energias renováveis para reduzir dependência de petróleo do Golfo.
Críticas e Desafios
Steiner reconhece barreiras: resistência política (como Trump nos EUA ou Milei na Argentina), guerras que desviam recursos e desigualdades que tornam a sustentabilidade um “desafio de justiça global”. Ele defende “novo financiamento internacional” para alinhar capital com metas climáticas, citando o Fundo Verde do Clima e parcerias público-privadas.
Em março de 2026, Steiner continua como uma voz influente (agora como consultor independente e palestrante), reforçando que a sustentabilidade é inevitável por lógica econômica e de sobrevivência. O Brasil, para ele, é essencial para “evoluir o multilateralismo” em um mundo fragmentado pela crise no Oriente Médio, garantindo que agendas climáticas não sejam eclipsadas por conflitos geopolíticos. Seus argumentos ecoam em relatórios da ONU e fóruns como Davos, provando que, independentemente de Trump ou outros líderes, o mercado e a segurança nacional ditarão o ritmo da transição verde.
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