Uma análise financeira e política contundente que não poupa críticas ao modelo de governança brasileiro! Walter Maciel, CEO da AZ Quest, publicou uma coluna de peso no InfoMoney afirmando que o Brasil não está apenas caminhando para o precipício, mas sim “correndo”, com uma dívida pública que já ultrapassa R$ 9,4 trilhões (76,6% do PIB) e um buraco de R$ 35 bilhões no orçamento de 2026! A crítica central? O PT, que ficou 17 dos últimos 24 anos no poder, é o “CEO que faliu o Brasil”!
O Fracasso Sistêmico: Política de Governo Vence a Política de Estado!

Maciel, que é um investidor experiente, afirma que o Brasil vive exclusivamente para a próxima eleição, substituindo a política de Estado por uma política de governo — imediatista, reversível e destrutiva!
- O Rombo da MP 1303: O analista detona a MP 1303 (que aumentava impostos sobre investimentos), chamando-a de “suicídio econômico deliberado mascarado de justiça social”! A medida, que visava cobrir o rombo, agia na contramão do que o Tesouro precisava: tempo para alongar sua dívida.
- Privilégios Inatingíveis: O problema, segundo ele, não são as isenções para infraestrutura, mas as renúncias fiscais mantidas para grupos de interesse e os privilégios que o governo não consegue cortar, como a folha de pagamento e as aposentadorias (quase metade do orçamento federal!).
- A Crise da Ineficiência: O sistema, segundo Maciel, aprendeu a sobreviver da própria ineficiência: se as coisas funcionam (como os Correios, que Paulo Guedes tornou lucrativos), os políticos se tornam irrelevantes, e para quem vive do poder, ser desnecessário é inaceitável.
Dominância Fiscal e o Risco do Colapso de 2027!

O buraco de R$ 35 bilhões, para Maciel, é o sinal de que o Brasil está entrando em um regime de dominância fiscal, quando o endividamento se torna tão grande que a política monetária (Selic) perde poder e a inflação passa a ser o único imposto possível!
- Os Três Poderes Falhando: O analista afirma que os três poderes estão falhando simultaneamente: o Executivo está capturado; o Legislativo está fragmentado (aprovou a isenção de IR até R$ 5 mil, mas rejeitou os aumentos que a financiariam); e o Judiciário está autocentrado (declara que nenhuma reforma “contra” passará). Todos priorizam a autopreservação!
- A Ironia da Injustiça: O contraste é obsceno: reformas que atingem contribuintes andam rápido; as que tocam privilégios são barradas preventivamente! Enquanto isso, pequenas e médias empresas pagam as maiores alíquotas do mundo!
A Lição de São Paulo e o Futuro de 2026!
Maciel usa o exemplo de São Paulo para ilustrar a diferença entre o fracasso sistêmico e a competência. O estado, sob gestão profissional, passou de um déficit de R$ 10 bilhões em 2018 para superávits consecutivos, atingindo R$ 11,5 bilhões em 2023 – o maior da história do estado!
- O Caminho de 2027: Para o analista, quem assumir em 2027 herdará não apenas um país quebrado, mas um Estado em regime de dominância fiscal. Será necessário um choque de credibilidade (como o modelo Temer-Meirelles) e medidas duras para dar um choque de credibilidade, com o apoio do Congresso para aprovar reforma administrativa e corte de privilégios!
O governo não precisou ser derrubado; derrubou-se sozinho. A matemática não mente, conclui Walter Maciel.
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