Policial Civil é Preso após dar coronhada e disparar 13 tiros em discussão no posto de gasolina
Centro de SP,17.02.25
Na noite de sexta-feira, 14.02.25,um grave incidente ocorreu em um posto de gasolina no bairro Vila Carolina, Zona Leste de São Paulo. O policial civil Aleksandro Felix Maximino, de 48 anos, foi preso em flagrante após atirar 13 vezes contra Jean dos Santos, de 30 anos, durante uma discussão que se iniciou após um acidente de trânsito.
De acordo com testemunhas, a confusão começou quando Maximino, que estava de folga, bateu no carro de Taissa de Moraes ao dar ré. A mulher e o policial iniciaram uma discussão, e em um determinado momento, ele teria apertado o braço dela. Jean dos Santos, marido de Taissa, interveio na discussão, resultando em uma briga corporal com o policial.
Durante a briga, Maximino deu várias coronhadas com seu revólver e disparou 13 vezes contra Jean, atingindo-o na perna e no abdômen. Jean foi levado ao Hospital Municipal Tide Setubal, onde passou por duas cirurgias e permanece internado em estado grave.
Em depoimento, o policial alegou legítima defesa, afirmando que Jean tentou retirar sua arma. No entanto, as imagens das câmeras de segurança do local mostram que Jean não reagiu em nenhum momento. A prisão em flagrante de Maximino foi convertida em preventiva, e a Corregedoria da Polícia Civil está conduzindo as investigações.
O caso gerou grande comoção entre amigos e familiares da vítima, que pedem por justiça e esperam que o policial permaneça preso.
O incidente envolveu várias pessoas:
- Aleksandro Felix Maximino: Policial civil de 48 anos, que estava de folga no momento do incidente.
- Jean dos Santos: Gerente de logística de 30 anos, que foi baleado por Maximino.
- Taissa de Moraes: Esposa de Jean dos Santos, que estava envolvida na discussão inicial com Maximino após o acidente de trânsito.
- Maiara: Amiga da vítima, que testemunhou o incidente e relatou os acontecimentos
Durante a audiência de custódia, o juiz decidiu converter a prisão em flagrante de Aleksandro Felix Maximino em preventiva. Isso significa que o policial continuará preso enquanto a investigação é conduzida. A decisão foi tomada com base nas provas apresentadas e nos depoimentos das testemunhas.

























































