POLÍCIA CIVIL DE SP JOGA PESADO CONTRA A MÁFIA CHINESA E O PCC. OPERAÇÃO REVELA ESQUEMA BILIONÁRIO.
🚨 R$ 1,1 BILHÃO EM 7 MESES

Centro Histórico da Cidade de São Paulo, Quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
Por Mário Marcovicchio – Jornal25News – Independente
Uma operação integrada do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), do Ministério Público do Estado de São Paulo, por meio do GAEPP, e da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo deflagrou nesta manhã um dos maiores bloqueios patrimoniais já registrados em investigação de lavagem de capitais no estado.
O número impressiona: R$ 1.072.477.742,95 movimentados em apenas sete meses — aproximadamente R$ 1,1 bilhão.
Foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e 3 mandados de prisão nos estados de São Paulo e Santa Catarina. A força-tarefa mobilizou cerca de 100 policiais civis, 20 auditores fiscais e 2 promotores de Justiça.
🔎 Como funcionava o esquema
Segundo a apuração oficial:
- A empresa principal comercializava eletrônicos.
- Os pagamentos eram desviados para empresas de fachada.
- Notas fiscais eram emitidas por terceiras empresas.
- Recursos passavam por “contas de passagem” ou “contas-balde”.
- O dinheiro era pulverizado em dezenas de contas ligadas a “laranjas”.
A engenharia financeira permitia dissociar o fluxo real de caixa do patrimônio declarado, criando uma blindagem patrimonial sofisticada.
Foram identificados:
- 32 investigados (18 pessoas físicas e 14 jurídicas)
- 36 contas bancárias envolvidas
- R$ 25 milhões em imóveis de luxo já bloqueados
- Veículos de alto padrão e aplicações financeiras
O sequestro pode alcançar até R$ 1,1 bilhão.
🌏 A suspeita de conexão internacional
Reportagens de veículos nacionais apontam que parte do grupo investigado teria ligação com uma organização criminosa de origem chinesa. Há ainda indícios — sob investigação — de possível conexão com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
⚠️ Importante: Até o momento, nos comunicados oficiais não há imputação formal pública que confirme judicialmente a conexão direta com o PCC ou tríades chinesas. O que existe são indícios investigativos mencionados em reportagens e apurações preliminares.
Historicamente, sabe-se que o PCC desenvolveu conexões transnacionais no tráfico e na lavagem de dinheiro. Organizações criminosas chinesas (conhecidas como tríades) também operam internacionalmente em mercados ilícitos. Se comprovada, a ligação indicaria um modelo híbrido de cooperação criminosa transcontinental.
Mas a investigação ainda está em curso.
🏛️ O que está em jogo
O que essa operação revela não é apenas um caso isolado.
Ela expõe:
- Uso de estrutura empresarial para mascarar fluxos ilícitos;
- Confusão patrimonial sistemática;
- Potencial fraude fiscal;
- Blindagem com sócios de fachada;
- Estratégia de pulverização para dificultar rastreamento.
A pergunta central agora é:
Estamos diante de uma nova fase da criminalidade financeira no Brasil?
Se confirmadas as conexões internacionais, o caso pode redefinir o entendimento sobre como facções nacionais operam no mercado formal.
📢 O Jornal25News seguirá acompanhando
A coletiva de imprensa realizada no Deic deve trazer novos detalhes técnicos sobre os alvos, o modelo operacional e eventual conexão formal com organizações criminosas.
O Jornal25News – Independente continuará acompanhando cada desdobramento com responsabilidade, equilíbrio e rigor investigativo.
🤝 Apoio Institucional
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